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OPINIÃO ESPIRITUAL SOBRE A HOMOSSEXUALIDDE



Na lista de e-mails dos trabalhadores de nosso Grupo, recebemos uma pesquisa feita pela irmã Eugênia Canto, no livro “Sexo e Destino“, na parte psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier; a outra metade o foi por Waldo Vieira.
Transcorria o ano de 1963, quando a obra foi publicada, na mesma época em que sonda espacial soviética Luna IV pousa na Lua; que os Beatles atingiram o topo da parada britânica pela primeira vez; que a Rede Tupi transmitiu pela primeira vez em cores no Brasil; que uma russa torna-se a primeira mulher a ir ao espaço; que o Santos foi bicampeão do mundial interclubes da FIFA; que o líder negro norte-americano, Martin Luther King encabeça manifestação com mais de 200 mil pessoas em Washington a favor dos direitos civis dos negros nos EUA; e que o presidente dos EUA John F. Kennedy foi assassinado no Texas. Eis o e-mail da Eugênia:
“Amigos,
A propósito da aprovação, com 329 votos a favor e 229 contra, pela Assembléia Nacional da França, do projeto de lei que sanciona o casamento gay naquele país, ainda a ser enviado ao senado (mais conservador), lembrei-me do capítulo IX do livro Sexo e Destino de André Luiz/Chico Xavier, no qual o mentor  Félix, coordenador do Instituto “Almas Irmãs”, fora indagado por Neves (aprendiz, bem como André) sobre os homossexuais.
Abaixo transcrevo trechos da referida obra (com grifos meus):
“Tendo Neves formulado consulta sobre os homossexuais, Félix (…) destacou que nos foros da Justiça Divina, em todos os distritos da Espiritualidade Superior, as personalidades humanas tachadas por anormais são consideradas tão carecentes de proteção quanto as outras que desfrutam a existência garantida pelas regalias da normalidade, segundo a opinião dos homens, observando-se que as faltas cometidas pelas pessoas de psiquismo julgado anormal são examinadas no mesmo critério de pessoas tidas por normais, notando-se, ainda, que, em muitos casos, os desatinos de pessoas su postas normais são consideravelmente agravados, por menos justificáveis perante acomodações e primazias que usufruem, no clima estável da maioria.
E à ligeira pergunta que arrisquei sobre preceitos e preconceitos vigentes na Terra, no que tange ao assunto, Félix ponderou, respeitoso, que os homens não podem efetivamente alterar, de chofre, as leis morais em que se regem (…). Acrescentou, no entanto, que no mundo porvindouro os irmãos reencarnados, tanto em condições normais quanto em condições julgadas anormais, serão tratados em pé de igualdade, no mesmo nível de dignidade humana, reparando-se as injustiças assacadas, há séculos, contra aqueles que renascem sofrendo particularidades anômalas, porquanto a perseguição e a crueldade com que são batidos pela sociedade humana lhes impedem ou dificultam a execução dos encargos que trazem à existência física, quando não fazem deles criaturas hipócritas, com necessidade de mentir incessantemente para viver, sob o sol que a Bondade Divina acendeu em benefício de todos.”
OUTRO TRECHO DO REFERIDO LIVRO, NO MESMO CAPÍTULO:
“Empenhou-se [Félix] a repetir que na Crosta Planetária os temas sexuais são levados em conta, na base dos sinais físicos que diferenciam o homem da mulher e vice-versa; no entanto, ponderou que isso não define a realidade integral, porquanto, regendo esses marcos, permanece um Espírito imortal, com idade às vezes multimilenária, encerrando consigo a soma de experiências complexas, o que obriga a própria Ciência terrena a proclamar, presentemente, que masculinidade e feminilidade totais são inexistentes na personalidade humana, do ponto de vista psicológico.  Homens e mulheres, em espírito, apresentam certa percentagem mais ou menos elevada de característicos viris e feminis em cada indivíduo, o que não assegura possibilidades de comportamento íntimo normal para todos, segundo a conceituação de normalidade que a maioria dos homens estabeleceu para o meio social.
OBS.: Destaco que o livro de André Luiz foi publicado em 1963.

Paz e Bem,
Eugênia”

———————————-
Grato, Eugênia, pela pesquisa partilhada. Eis a referida obra em PDF.

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Da página do Grupo Espírita Paz e Bem - http://www.gepazebem.org

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