ECONOMIA: O MAIOR ROMBO DA HISTÓRIA
ROMBO HISTÓRICO – Um “conservador”, que está sob porrete das esquerdas, terá de consertar as burradas do petismo No acumulado em 12 meses, déficit em transações correntes foi de US$ 84,42 bilhões (Pascal Lauener/Reuters/VEJA) Dia desses, um dos colunistas de nariz marrom da imprensa brasileira, acostumado a escrever de joelhos, estranhava que Dilma Rousseff tivesse escolhido Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda. Afinal, argumentava ele, o homem é um “conservador”, um crítico da política econômica em curso. E, segundo o “desanalista”, tudo vai tão bem com o país que o desemprego continua baixo — para ele, evidência de que estamos no caminho certo. Pois bem. As transações correntes em outubro tiveram um déficit de US$ 8,13 bilhões — oficialmente, é o maior desde 1980 porque tal medição, com os critérios atuais, começou a ser feita neste ano, mas é o maior desde 1947, quando se começou a fazer tal contabilidade. O ministro Guido Mantega pode se orgulhar: sua gestão produziu ...