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TERCEIRA EDIÇÃO DE 16-10-2017 DO 'DA MÍDIA SEM MORDAÇA'

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NO G1 GLOBO.COM Senado que 'arque com as consequências' de decisão sobre afastamento de Aécio, diz Alexandre de Moraes Em SP, ministro defendeu que STF definiu 'as regras do jogo interpretando a Constituição'. Se Senado derrubar decisão, tucano poderá retornar imediatamente às atividades parlamentares Por Tahiane Stochero, G1 SP Segunda-feira, 16/10/2017 14h24 O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes afirmou nesta segunda-feira (16), em São Paulo, que o Senado Federal terá que arcar com as "consequências políticas" da decisão que terá sobre o afastamento ou não do mandato e o recolhimento domiciliar noturno do senador Aécio Neves (PSDB) . O parlamentar é acusado de corrupção e obstrução à Justiça por pedir e receber R$ 2 milhões da JBS, além de ter atuado no Senado e junto ao Executivo para embaraçar as investigações da Lava Jato. Aécio nega as acusações e se diz "vítima de armação". Segundo Alexandre de Moraes, foi o própri...

SEGUNDA EDIÇÃO DE 16-10-2017 DO 'DA MÍDIA SEM MORDAÇA'

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NO BLOG DO NOBLAT Sem esculacho, por favor! Segunda-feira, 16/10/2017 - 03h00 Por Ricardo Noblat Guarde esta data: 11 de outubro de 2017, véspera do dia de Nossa Senhora Aparecida, a padroeira do Brasil. Foi quando o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a última palavra em matéria de lei não será mais dele, mas do Congresso no caso de punição de parlamentar acusado por crime comum. Revoguem-se as disposições em contrário, inclusive o Código de Processo Penal. Publique-se de imediato. Sessão memorável, concluída depois de 13 horas de discussões com o voto de desempate da ministra Cármen Lúcia, presidente do Tribunal. Sim, a que já havia dito que “a população clama por Justiça e é contra a impunidade”. Ou que a " ética não é uma escolha, mas a única forma de se viver sem o caos”. Ou ainda que “sem o Poder Judiciário forte, livre e imparcial não teremos uma democracia”. Cármen, a boa de frases, gaguejou antes de deixar claro de que lado ficaria. Talvez não contasse com a con...

PRIMEIRA EDIÇÃO DE 16-10-2017 DO 'DA MÍDIA SEM MORDAÇA'

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NA COLUNA DO CLÁUDIO HUMBERTO Segunda-feira, 16 de Outubro de 2017 Odebrecht pode ter tentado ‘combinar’ depoimentos Repercute nos tribunais superiores a convocação de ex-executivos da Odebrecht, feita pelo presidente do grupo, Emílio Odebrecht, para supostamente “combinar depoimentos”. A convocação de executivos teria sido para “alinhar” de depoimentos de delação premiada, em razão da “divergência” entre declarações de Marcelo Odebrecht e de um ex-diretor da Odebrecht Realizações, Paulo Melo. A divergência que poderia custar a anulação do acordo que favorece o filho de Emílio. Bateu o desespero Marcelo Odebrecht é o único dos 77 ex-executivos sob acordo de delação premiada a permanecer preso por decisão do juiz Sérgio Moro. A divergência Marcelo diz que Melo, encarregado de pagar propinas a Lula, sabia dos detalhes da operação, mas o ex-executivo diz que era só portador. Pode isso, Justiça? “E pode combinar versões para evitar ‘racha’?”, perguntou um ministro de tribunal espantado co...

REFLEXÃO CRISTÃ ESPÍRITA

- Fraternidade- “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros.” – Jesus. (João, 13:35.) Desde a vitória de Constantino, que descerrou ao mundo cristão as portas da hegemonia política, temos ensaiado diversas experiências para demonstrar na Terra a nossa condição de discípulos de Jesus. Organizamos concílios célebres, formulando atrevidas conclusões acerca da natureza de Deus e da Alma, do Universo e da Vida. Incentivamos guerras arrasadoras que implantaram a miséria e o terror naqueles que não podiam crer pelo diapasão da nossa fé. Disputamos o sepulcro do Divino Mestre, brandindo a espada mortífera e ateando o fogo devorador. Criamos comendas e cargos religiosos, distribuindo o veneno e manejando o punhal. Acendemos fogueiras e erigimos cadafalsos, inventamos suplícios e construímos prisões para quantos discordassem dos nossos pontos de vista. Estimulamos insurreições que operaram o embate de irmãos contra irmãos, em nome do Senhor que testemunhou n...

SEGUNDA EDIÇÃO DE 15-10-2017 DO 'DA MÍDIA SEM MORDAÇA'

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NO BLOG DO NOBLAT Programa de mentiras Domingo, 15/10/2017 - 01h25 O Brasil brilhava e agora está opaco. De rico passou a pobre. Era alegre e se entristeceu. E só Lula – aquele que se diz “lascado” depois de ser condenado a 9 anos e 6 meses por corrupção e lavagem de dinheiro – pode fazer o povo sorrir novamente. “Compartilhar a esperança” enquanto seus adversários “compartilham o ódio”. Com riqueza de “fatos alternativos”, o programa que o PT levou ao ar na quinta-feira, dia 12, acrescentou uma pitada a mais na receita usual nas peças políticas televisivas. Aos feitos gloriosos com imagens luminosas, depoimentos emotivos e cenário deprimente ao se falar do sucessor, somam-se falas assertivas de que Lula está sendo perseguido, que nada há contra ele. Que querem condená-lo porque “pobre não pode ter vez neste País”. O discurso não é novo, mas ganhou efeitos especiais para criar constrangimento, algo que o PT sempre soube fazer com extrema competência. Partes do programa fazem lembrar a...

PRIMEIRA EDIÇÃO DE 15-10-2017 DO 'DA MÍDIA SEM MORDAÇA'

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NO BLOG DO JOSIAS Por Aécio, Cármen Lúcia ignorou Cármen Lúcia Por Josias de Souza Domingo, 15/10/2017 05:55 Os arquivos do Supremo Tribunal Federal guardam um voto antológico da ministra Cármen Lúcia. Foi proferido em 22 de agosto de 2006. A íntegra da peça está disponível aqui . Nela, a atual presidente da Suprema Corte indeferiu o pedido de liberdade de um deputado estadual de Rondônia acusado de corrupção. Para manter o personagem atrás das grades, a ministra desconsiderou sua imunidade parlamentar. Sustentou a seguinte tese: “Imunidade é prerrogativa que advém da natureza do cargo exercido. Quando o cargo não é exercido segundo os fins constitucionalmente definidos, aplicar-se cegamente a regra que a consagra não é observância da prerrogativa, é criação de privilégio. E esse, sabe-se, é mais uma agressão aos princípios constitucionais, ênfase dada ao da igualdade de todos na lei.” A posição da ministra prevaleceu na Primeira Turma do Supremo por 3 votos a 2. E o então deputado...