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SEGUNDA EDIÇÃO DE 09-6-2016 DO 'DA MÍDIA SEM MORDAÇA'

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NO O GLOBO Dilma atrasou pagamento de R$ 2,7 bi de tarifas bancárias a bancos públicos Caixa e BB não receberam por prestação de serviço em programas como Bolsa Família e Minha Casa POR MARTHA BECK / VINÍCIUS SASSINE QUINTA-FEIRA - 09/06/2016 5:00 A presidente afastada Dilma Rousseff - Givaldo Barbosa / O Globo BRASÍLIA - A equipe econômica incluiu na meta fiscal de 2016 o pagamento de R$ 8,8 bilhões em “pedaladas” de anos anteriores. Integrantes do governo afirmaram ao GLOBO que esses gastos são, na verdade, despesas que foram jogadas para frente na gestão da presidente afastada Dilma Rousseff. Do total de R$ 8,8 bilhões, R$ 2,7 bilhões se referem a tarifas bancárias que a União deixou de pagar para a Caixa (R$ 1,7 bilhão) e o Banco do Brasil (R$ 1 bilhão) pela prestação de serviços. Esses valores foram identificados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), mas não entraram na primeira conta das “pedaladas clássicas” por não terem sido considerados operações de crédito. V...

PRIMEIRA EDIÇÃO DE 09-6-2016 DO 'DA MÍDIA SEM MORDAÇA'

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NA COLUNA DO CLÁUDIO HUMBERTO 09 DE JUNHO DE 2016 LAVA JATO ‘APERTA’ ODEBRECHT PARA CHEGAR A LULA A força-tarefa da Lava Jato acha que Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empreiteira mais beneficiada pelo roubo à Petrobras, pode entregar muito mais do que tem feito, na negociação do acordo de delação premiada. Em especial sobre o envolvimento de Lula em negócios suspeitos, em troca de vantagens financeira indevidas, e no esquema que transferia dinheiro do Tesouro Nacional à Odebrecht, via BNDES, sem licitação, por meio de financiamento de obras no exterior. SEM MPF, NEM TCU No engenhoso esquema de Lula, obras eram financiadas pelo BNDES em ditaduras sem órgãos de controle, tampouco fiscalização. O ‘CRIME PERFEITO’ Apesar de o dinheiro ser do BNDES, órgãos de controle brasileiros não podem auditar obras de Odebrecht no exterior. TUDO ESCONDIDO Eram “secretos” o contrato do BNDES com a Odebrecht e os “acordos bilaterais” com países como Cuba, Venezuela, etc, que os auto...

REFLEXÃO ESPÍRITA CRISTÃ

Virtude Sobre Virtude ... E o mentor amigo nos contou com alegria e espontaneidade: "Tendo Jesus terminado uma de suas preleções, ao entardecer, junto às águas do lago, entrou em conversação com os discípulos, perguntando a eles qual seria a virtude que avançasse além dela própria. - É a paciência...- replicou Bartolomeu. E o diálogo prosseguiu. - Bartolomeu – elucidou o Divino Mestre – a paciência é integra. Não se elastece. - É o amor ao próximo – aventou Simão Pedro. - O amor ao próximo é um dever inarredável. Não se modifica. - É o espírito de serviço - aventurou Mateus. Jesus sorriu e explicou: - Entretanto, o espírito de serviço expressando boa vontade e benevolência, é uma obrigação que não se altera. - É o perdão das ofensas – disse João, acanhado. - João, já aprendemos que o perdão das ofensas deve ser repetido setenta e sete vezes. - É a fé – adiantou Tiago. - A fé, porém, é um estado de sublimação da alma que não se desloca. - É a brandura...

TERCEIRA EDIÇÃO DE 08-6-2016 DO 'DA MÍDIA SEM MORDAÇA'

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NO DIÁRIO DO PODER COMISSÃO DO IMPEACHMENT DENÚNCIA CONTRA DILMA É LIMITADA A 4 DECRETOS DE CRÉDITO SUPLEMENTAR DECISÃO É CONSIDERADA UMA VITÓRIA PARA A DEFESA DE DILMA Publicado: 08 de junho de 2016 às 14:06 Antes do início das oitivas das testemunhas de acusação, nesta quarta-feira, 8, a Comissão do Impeachment do Senado limitou em quatro o número de decretos de crédito suplementar a serem analisados pelo colegiado. A decisão é considerada uma vitória para a defesa da presidente afastada Dilma Rousseff, já que o pedido de alteração havia sido feito pela ex-advogado-geral da União José Eduardo Cardozo. Em seu parecer, o relator Antonio Anastasia (PSDB-MG), mencionava cinco decretos, mas aceitou fazer a alteração para evitar contradições. Cardozo questionou que o entendimento inicial de Anastasia ia contra o texto do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), aprovado na Câmara, que falava em quatro decretos. Na avaliação de Jovair, ele considerou que os dois primeiros decretos as...

SEGUNDA EDIÇÃO DE 08-6-2016 DO 'DA MÍDIA SEM MORDAÇA'

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NO CONSULTOR JURÍDICO OUVIDO DO ESTADO Gravações feitas por Sérgio Machado não têm valor de prova, dizem especialistas 7 de junho de 2016, 19h38 Por Marcos de Vasconcellos O valor político das gravações feitas pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado é inegável. Por causa delas, o presidente interino Michel Temer já trocou dois ministros, e o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a prisão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP) e do senador Romero Jucá (PMDB-RR). Mas o uso dos áudios na Justiça não será tão simples. A utilização das chamadas gravações clandestinas (quando um dos interlocutores grava a conversa sem avisar o outro) só é aceita, segundo especialistas em Direito Penal consultados pela ConJur, em dois casos, sempre em defesa própria: para a preservação de direitos (um acordo verbal, por exemplo) ou para se proteger de uma investida criminosa (como uma extorsão). No caso de Mac...