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QUARTA EDIÇÃO DE TERÇA-FEIRA, 04 DE DEZEMBRO DE 2018

NO O ANTAGONISTA
Intervalo na Segundona
Terça-feira, 04.12.18 16:09
Depois da manifestação da subprocuradora Claudia Marques, o ministro Ricardo Lewandowski suspende a sessão por meia hora.

Cármen Lúcia não aceita adiar
04.12.18 15:14
Cármen Lúcia se juntou a Edson Fachin e Celso de Mello contra a dobradinha de Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes para adiar o julgamento do pedido de liberdade de Lula e levá-lo ao plenário, juntamente com outro habeas corpus apresentado pela defesa.
“O princípio da igualdade de todos perante a lei faz com que tenhamos julgamento, tal como prevê nosso regimento e nossas leis”, afirmou a ministra.
Julgamento do HC de Lula continua
04.12.18 15:19
A tentativa da defesa de Lula de adiar o julgamento do HC fracassou. Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski foram vencidos.
Edson Fachin, Celso de Mello e Cármen Lúcia formaram maioria – esperamos que continuem unidos assim.

Gilmar abandona sessão
04.12.18 15:22
Gilmar Mendes acaba de deixar a sessão da Segunda Turma que trata do HC de Lula.
Enquanto Edson Fachin fazia a leitura do voto, Mendes cochichou no ouvido de Ricardo Lewandowski e saiu.

Gilmar volta
04.12.18 15:33
Gilmar Mendes retornou à sessão de julgamento do novo HC de Lula.

Gilmar deixa novamente sessão da Segundona
04.12.18 15:52
Gilmar Mendes deixou outra vez a sessão da Segunda Turma que analisa o novo habeas corpus de Lula.
Ele volta.

A conversa de Lewandowski antes da sessão
04.12.18 15:33
O site jurídico Jota registra que Ricardo Lewandowski recebeu um deputado em seu gabinete hoje, antes da sessão da Segunda Turma que discute o HC de Lula.
O deputado é Paulo Teixeira, do PT-SP, “que também acompanha estratégias de defesa de Lula”, escreve o Jota.
E como acompanha, acrescenta O Antagonista.

TRF-2 mantém condenação de Garotinho, livre graças a Lewandowski
04.12.18 15:24
Anthony Garotinho, condenado em segunda instância a quatro anos e meio de prisão por formação de quadrilha, teve a condenação mantida hoje pelo TRF-2, registra o G1.
O Tribunal julgou os chamados “embargos de declaração”, o último recurso disponível para o ex-governador do Rio na Corte.
Apesar da decisão, não será expedido mandado de prisão contra Garotinho para que cumpra imediatamente a sentença.
Em outubro, Ricardo Lewandowski determinou que o ex-governador do Rio não pode ser preso até ter esgotadas todas as possibilidades de recurso na Justiça, o que inclui o STF.

“O Supremo é uma vergonha, viu”
04.12.18 12:46
Circula nas redes sociais um vídeo em que Ricardo Lewandowski manda chamar a Polícia Federal para prender um jovem que criticou o STF pouco depois de embarcar com o ministro no mesmo voo.
“Ricardo Lewandowski, o Supremo é uma vergonha, viu. Eu tenho vergonha de ser brasileiro quando vejo vocês”, desabafou o passageiro.
“Vem cá, você quer ser preso? Chama a Polícia Federal, por favor”, disse o ministro ao comissário de bordo.

A dosimetria do STF como conta de chegada
04.12.18 12:36
A ideia de livrar Lula do crime de lavagem de dinheiro, para que o condenado possa ter a pena reduzida e passar ao regime semiaberto, é uma reprise do que ocorreu em relação a José Dirceu, no julgamento do Mensalão.
É a dosimetria como conta de chegada, uma especialidade do STF.
Não tem nada a ver com Justiça.

Bolsonaro escolhe major como chefe de gabinete
04.12.18 11:58
Jair Bolsonaro escolheu o major reformado Pedro César Nunes de Souza para a chefia de seu gabinete na Presidência, informa Igor Gadelha, na Crusoé.

FACHIN ABRE INVESTIGAÇÃO DE CAIXA 2 DE ONYX LORENZONI
04.12.18 11:34
Edson Fachin aceitou pedido da procuradora-geral da República Raquel Dodge para investigar pagamento de caixa dois do grupo J&F para o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), futuro chefe da Casa Civil do governo Jair Bolsonaro.
Os delatores contaram que repassaram R$ 100 mil em 2012 e mais R$ 100 mil em 2014.
Onyx admitiu o segundo repasse, mas não o primeiro. A investigação no STF ficará a cargo de outro ministro, a ser sorteado, já que os repasses não têm relação direta com o esquema envolvendo a JBS na Lava Jato.
Na decisão que autorizou a investigação, Fachin reproduziu trecho da delação de Ricardo Saud na qual explica o motivo dos repasses não declarados de campanha:
“O que se queria com esse pagamentos era que os beneficiários se tornassem ou continuassem benevolentes ou simpáticos à J&F e que, se surgisse o interesse desta empresa em obter algum deles um ato de ofício certo e determinado, fosse possível no mínimo tentar um pleito sem negociação específica”.
“A simpatia de um parlamentar sempre é um bom investimento em acesso: audiências, reuniões e apresentações a pessoas importantes ou em posições importantes provêm de tal simpatia. Como se isso não bastasse, a antipatia de um parlamentar pode ser muito prejudicial – a empresa que dá dinheiro para um e não dá para outro fica em maus lençóis com o que não recebeu”.

Decisão sobre Onyx afeta outros parlamentares
04.12.18 11:49
Na mesma decisão que autorizou investigação sobre o caixa 2 pago pela JBS a Onyx Lorenzoni, Edson Fachin também determinou apuração de repasses não declarados para campanhas dos deputados Alceu Moreira (MDB-RS), Marcelo Castro (MDB-PI), Jerônimo Goergen (PP-RS), Paulo Teixeira (PT-SP) e Zé Silva (SD-MG), e dos senadores Ciro Nogueira (PP-PI), Eduardo Braga (MDB-AM), Renan Calheiros (MDB-AL) e Wellington Fagundes (PR-MT).
As apurações ficarão a cargo de outros ministros, a serem sorteados. O ministro considerou que, pelo fato de vários repasses, por não terem relação direta com esquemas investigados na Lava Jato, poderão ser livremente distribuídos no STF.

Gabriela é Hardt
04.12.18 14:09
Gabriela Hardt condenou 9 réus no processo derivado da 46a Operação da Lava Jato, noticia O Globo.
Os condenados fizeram lambança na Petroquisa e nos contratos do navio-sonda Vitória 10.000, num total de 95 milhões de reais de dinheiro desviado.
Corrupção e lavagem de dinheiro, claro.

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