quinta-feira, 5 de abril de 2018

SEGUNDA EDIÇÃO DE 05-4-2018 DO 'DA MÍDIA SEM MORDAÇA'

NO O ANTAGONISTA
A debandada lulista
Brasil Quinta-feira, 05.04.18 09:57
Lula acabou.
A partir de hoje, inicia-se a debandada daqueles que ainda o apoiavam: no Congresso Nacional, no Judiciário, no meio empresarial, na imprensa.
Seus antigos aliados precisam se reciclar rapidamente.

Dias Toffoli e Rosa Weber adiam debate sobre prisão em segunda instância
Brasil 05.04.18 09:43
A Lava Jato está salva.
Segundo Andréia Sadi, o debate sobre a prisão de condenados em segundo grau só deve ser retomado daqui a um ano ou dois.
Dias Toffoli e Rosa Weber descartam rediscutir o tema agora.

Brasil ganhou duas vezes
Brasil 05.04.18 09:47
Lula vai para a cadeia.
E o STF adiou por um ano ou dois o debate sobre as prisões dos condenados em segundo grau.
O Brasil ganhou duas vezes.

Advogados de Lula dizem que ele pode ser preso nas próximas horas
Brasil 05.04.18 09:24
Os petistas fazem hoje uma reunião de emergência no Instituto Lula.
Segundo a Folha de S. Paulo, “as lideranças foram alertadas por criminalistas de que a detenção do ex-presidente pode ocorrer até mesmo nas próximas horas e que era necessária uma mobilização imediata.
O senador Lindbergh Farias, por exemplo, já postou mensagens em suas redes sociais convocando caravanas de militantes de todo o País para se dirigirem a São Bernardo do Campo, onde Lula vive, para uma concentração em solidariedade a ele.
A ideia é formar um cordão humano em torno da casa do petista.”

“É xilindró!”
Brasil 05.04.18 09:14
Em frente ao prédio de Lula, segundo a Época, ainda “não há manifestantes contrários nem favoráveis ao petista”.
Um automobilista gritou às 8h03:
“É xilindró!”.

Mais cadeia para Lula
Brasil 05.04.18 08:47
Lula está para ser condenado pela propina da Odebrecht.
Sérgio Moro, diz o Estadão, vai abrir nos próximos dias prazo para as alegações finais no processo sobre o prédio do Instituto Lula.
“Essa etapa dura, em média, 30 dias e é seguida da sentença. A previsão é de que a decisão do juiz Sérgio Moro nesse caso saia ainda no primeiro semestre.”

O STF ainda é uma ameaça
Brasil 05.04.18 08:33
A comemoração pelo resultado de ontem deve ser grande, mas não se pode ter a ilusão de que o Brasil ganhou um Supremo digno desse nome da noite para o dia.
No julgamento das ADCs, o STF pode mudar o entendimento sobre a prisão em segunda instância e, assim, livrar Lula e dar fim à Lava Jato e outras operações contra a corrupção.
A sociedade precisa manter-se atenta. O STF ainda é uma ameaça.

A chicana da chicana da chicana
Brasil 05.04.18 08:20
Gilson Dipp ainda procura um caminho para impedir a prisão de Lula.
Ele disse ao Valor que, quando a decisão do STF for encaminhada ao TRF-4, inicia-se um novo processo, para executar a pena:
“Nesse novo processo, pode-se recorrer argumentando que a súmula do TRF-4, que obriga a execução provisória, ultrapassa o entendimento do STF ao impor obrigatoriamente a prisão”.

“O Supremo não se curvou a Lula”
Brasil 05.04.18 08:12
O Estadão, em editorial, elogiou a decisão do STF:
“Depois de vários dias de tensão, o STF rejeitou o Habeas Corpus impetrado pela defesa do ex-presidente Lula da Silva. Prevaleceu, afinal, o bom senso que parecia faltar naquele canto da Praça dos Três Poderes. A principal Corte do País entendeu que, nesse caso específico, não caberia impedir a prisão do líder petista, se decidida, após julgamentos regulares em duas instâncias.
A despeito do esforço de alguns ministros em favor do ex-presidente – um deles, Marco Aurélio Mello, chegou a ser grosseiro com a presidente do Supremo, Cármen Lúcia, e com a ministra Rosa Weber quando percebeu para onde se encaminhava a votação –, a Corte não permitiu que se consumasse um casuísmo: a mudança de jurisprudência em relação à possibilidade de prisão após condenação em segunda instância tendo por base um pedido que não poderia ir além da pessoa do condenado Luiz Inácio. E, assim, o Supremo interrompeu uma série de despautérios. Não se curvou a Lula e preservou um mínimo de respeito pelas decisões tomadas no âmbito dos tribunais inferiores (…).
O que se viu na sessão de ontem foi a prevalência do respeito do Supremo à sua própria jurisprudência. Considerando-se a confusão institucional em que o País está metido, só isso já deve ser considerado um grande avanço.”

Sem pressão, o resultado seria outro
Brasil 05.04.18 08:06
Que ninguém se engane: sem a pressão dos cidadãos indignados, da imprensa livre, da magistratura independente e dos militares, o resultado no STF, ontem, teria sido outro.

Lula joga a toalha
Brasil 05.04.18 08:03
Lula só se candidatou para tentar se livrar da cadeia.
Agora ele sabe que a manobra fracassou.
Seus comparsas plantaram no Estadão que, depois do voto de Rosa Weber, ele comentou:
“Não iam dar o golpe para me deixarem ser candidato”.

NA COLUNA DE ELIANE CANTANHÊDE
Análise: 'Mudar para quê? Mudar para quem?'
O julgamento do Habeas Corpus para evitar a prisão do ex-presidente Lula consolidou a percepção de um acordão para tentar “estancar a sangria”
Por Eliane Cantanhêde, no O Estado de S.Paulo
Quinta-feira, 05 Abril 2018 | 01h36
O julgamento dessa quarta-feira do Habeas Corpus para evitar a prisão do ex-presidente Lula consolidou a percepção de um acordão para tentar “estancar a sangria” e salvar a pele não só de Lula, mas de todo o mundo político envolvido na Lava Jato. A “prova” desse acordão foi a aliança surpreendente, apesar de não inédita, entre três velhos adversários na Corte: Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello.
Gilmar antecipou seu voto para voar de volta para Portugal e para pavimentar o caminho para Rosa Weber conceder o HC de Lula, dando-lhe o argumento de que não estava em jogo só um HC, mas um decisão de repercussão geral. Rosa é contra a tese de prisão em segunda instância, mas votou contra todos os HC de réus neste caso, com exceção de um, para seguir o entendimento da maioria do plenário em 2016. Derrotada, mas fiel à maioria.
Discretíssima, Rosa fez suspense até mesmo durante seu longo voto e só desfez esse suspense no finzinho da sua leitura. Contra Gilmar, ela considerou que o que estava sendo julgado era um HC concreto, específico, não a mudança geral da norma. Logo, prestigiou de novo o entendimento vigente da maioria.
Marco Aurélio e Lewandowski deram um pulo, mas era tarde demais. Como disse a presidente Cármen Lúcia, Rosa tinha sido claríssima contra o HC e a garantia de liberdade de Lula. Deixou, assim, um placar de 4 a 1 e a perspectiva de derrota de Lula.
“Mudar por quê? Mudar para quem?”. A dúvida manifestada por Luís Roberto Barroso resumiu a longa sessão de ontem e já vinha sendo repetida por Cármen Lúcia e pelo relator da Lava Jato, Edson Fachin, argumentando que o Tribunal já votou três vezes a prisão em segunda instância, a última vez em 2016, e não houve fato novo nenhum que justifique uma revisão tão prematura.
A conclusão, sobretudo na subjetiva “sociedade”, seria de que o Supremo Tribunal Federal da República estaria mudando seu próprio entendimento para favorecer um único réu todo poderoso, ou seja, rendendo-se à força política de Lula e às pressões de seus aliados, que se autointitulam “de esquerda”.
Desse no que desse, porém, havia duas certezas dentro e fora do plenário do Supremo. A primeira é que qualquer resultado geraria fortes reações. A segunda é que a guerra para livrar Lula e os políticos da Lava Jato continua. E vai longe.

NO O GLOBO
Artigo: A campanha eleitoral na prisão
Primeiro lugar incontestável de pesquisas para a Presidência, Lula vai soltar sua voz diretamente de presídio no Paraná
POR LAURO JARDIM
Quarta-feira, 04/04/2018 23:20/atualizado 04/04/2018 23:29
RIO — Ficha-suja, o ex-presidente Lula já havia sido rifado das urnas de outubro. Nesta quarta-feira, o Supremo Tribunal Federal o tirou da campanha eleitoral. Ao menos da campanha clássica, aquela que se faz nas ruas, aquela em que ele andaria pelo País insistindo em sua candidatura, enquanto o TSE permitisse, ou apoiando algum outro nome da esquerda.
Agora, o Brasil assistirá a uma cena insólita. O líder político mais popular do País, primeiro lugar incontestável de todas as pesquisas para a Presidência da República, vai soltar sua voz diretamente da prisão no Paraná.
Ainda que seja um reconhecido craque da vitimização, como vai usar a sua condição de preso para ajudar o PT a ter um bom desempenho nas urnas? A campanha presidencial ganha agora, portanto, uma nova cara.
Difícil imaginar que, por maior que seja o seu carisma, Lula poderá dar seu recado às massas a partir da cadeia. Sua poderosa voz não se ouvirá mais. E os petistas que estão do lado de fora da prisão não são (e nem serão) ouvidos pelo povo como o ex-presidente é.
Sua condenação, confirmada em janeiro pelo TRF-4, não foi um golpe mortal em sua popularidade. As pesquisas feitas depois daquele julgamento mostraram que ele mantinha os cerca de 35% de intenção de votos. Mas agora ele será encarcerado. Tudo muda de figura.
Lula não se tornará irrelevante eleitoralmente por estar preso. Mas ficará obrigatoriamente menor. Até porque seus adversários terão mais facilidade para desconstruí-lo. E o seu eleitorado, ainda que não o abandone imediatamente, tende a tomar outros rumos quando a campanha de fato se iniciar.
Sua capacidade de mobilizar as massas está meio desmoralizada. Foi duas vezes depor em Curitiba no ano passado. Petistas (e até adversários, reconheça-se) esperavam um mar de gente. Nada aconteceu. No julgamento do dia 24 de janeiro, nada expressivo novamente. Sobraram apenas as já folclóricas ameaças de incendiar o País feitas pelo líder do MST, João Pedro Stédile.
Lula tem, sim, ninguém duvide, eleitores como nenhum outro líder político brasileiro tem. Mas não é uma turma disposta, pelo que se viu até agora, a parar o País para defendê-lo.
Qual é o discurso possível de alguém condenado a doze anos de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro? Lula e os petistas podem falar em injustiça até gastar todas as cordas vocais.
Sua condenação, porém, foi unânime e com “provas fora de qualquer dúvida razoável”, como destacou o desembargador gaúcho, Leandro Paulsen, do TRF-4. Recorreu em todas as instâncias e perdeu em todas. Como deixá-lo solto? Só se ele fosse um brasileiro acima das leis. O Supremo Tribunal Federal mostrou que não é.


NO BLOG ANTI NOVA ORDEM MUNDIAL
Entendiados por Comer Cápsulas de Sabão, Adolescentes Imbecis Fazem o Desafio de Aspirar Camisinha no Youtube
Quinta-feira, 05 de abril de 2018 | 
O que aconteceu com a juventude? Suas mentes estão se deteriorando tão facilmente pelas influencias das últimas tendências? Num mês eles estão aplacando suas vidas miseráveis ao comer Tide Pods (cápsulas de sabão para roupas) tóxicos. Agora, um número crescente deles está aspirando preservativos pelo nariz e postando no YouTube.
Todos nós fizemos coisas estúpidas em nossa juventude, mas nunca antes a estupidez foi tão popular, tão viral e tão moderna na Internet.
A última tendência em busca de atenção no YouTube é o Desafio da Camisinha. O termo de pesquisa gera mais de 270.000 resultados; muitos vídeos mostram jovens tentando aspirar um preservativo pelo nariz para que possam puxá-lo pela parte de trás da garganta. As origens desta tendência são desconhecidas, mas os riscos para a saúde são bem conhecidos. A manobra perigosa pode rasgar o tecido mole nos seios e causar infecção. O preservativo pode até mesmo ser sugado para a traqueia, mas nenhum desses jovens parece se preocupar com as consequências para a saúde.
Quando se trata da Psicologia, tudo o que esses jovens querem é mais likes de mídia social, mais assinaturas e popularidade na Internet. Eles querem ser admirados. Eles querem que seus vídeos sejam compartilhados e que suas vozes sejam ouvidas. Portanto, eles são facilmente influenciados pelas tendências on-line. O que quer que seja popular, eles acompanham e participam. Este é o novo jovem zumbi, auto-consumido, sem responsabilidades morais, e estimulado pela alta busca de atenção das mídias sociais.
A psicologia da juventude está se deteriorando rapidamente, buscando apenas maneiras de ser notada e apreciada. A cultura atual preza o comportamento auto-absorvido, e a mídia social não é mais do que uma fossa de busca de atenção. Os jovens estão procurando novas maneiras de chamar a atenção, seja bebendo detergente tóxico, aspirando preservativos, mudando sua identidade de gênero ou cometendo tiroteios em escolas. Os jovens não precisam mais pensar nos outros, servir a outra pessoa, cuidar dos idosos ou cuidar dos jovens.
Se seus semelhantes estão se alinhando com sinais, eles estarão lá também. A única maneira de fazer com que os jovens ignorantes e egoístas obedeçam é atraí-los com algo que é moderno e popular. Se você puder fazer com que o controle de armas pareça popular, o jovem sem noção entrará na fila, pegará um cartaz e passará pelas ruas em busca de atenção. Não importa para o que eles estão marchando. Se é um trending topic, eles estarão lá gritando e exigindo que todos os adultos responsáveis ​​desistam de armas, por exemplo.
Se a conversa não está centrada neles, eles gritam com você ou se retiram para seus smartphones e mídias sociais para absorver a atenção que eles acham que merecem. A cultura está permitindo esse tipo de comportamento, satirizando o egoísmo, suprindo as exigências dos mimados. Os jovens estão agora se alimentando de seu próprio caráter decadente, porque é popular participar de modernos desafios on-line e participar de marchas que restringem suas próprias liberdades civis e exigem a concentração de poder. Esses jovens que aspiram camisinhas são o futuro, assumindo papéis na sociedade. Em breve eles serão médicos, professores, políticos e jornalistas. Logo seu poder de voto superará o dos adultos responsáveis. Logo, sua mentalidade coletiva consumirá a substância da república.
Quando não há certo ou errado, nenhuma disciplina consistente e comportamento narcisista está na moda, isso é o que a sociedade terá - um monte de imbecis sugando cápsulas de sabão e aspirando camisinhas, confusos, tomando hormônios sintéticos para mudar seu gênero, e marchando para serem fracotes obedientes sem senso de responsabilidade e sem compreensão da História, conforme eles desistem de seu direito à autodefesa e dignidade.

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