Dilma foge de Gleisi e evita o Paraná para escapar do “efeito Gaievski”, o pedófilo da Casa Civil Passando longe – No início do atual período eleitoral, Gleisi Hoffmann, candidata do PT ao governo do Paraná, fugia desesperadamente de qualquer associação com Dilma Rousseff, de quem havia sido ministra da Casa Civil. Temia receber as sobras da impopularidade e da rejeição da presidente, que cada vez mais se enrola nas próprias mentiras. Gleisi chegou a cancelar uma caminhada com Dilma pela Rua XV de Novembro, no centro de Curitiba, temendo ser alvo de xingamentos semelhantes aos que marcaram as passagens da presidente pelos estádios durante a Copa do Mundo. De lá para cá, o tempo passou e o cenário mudou. Turbinada por uma gorda fatia do horário político e no embalo de propaganda milionária, Dilma reduziu a rejeição, não a níveis confortáveis, e ampliou ligeiramente os índices de intenção de voto. Já Gleisi Hoffmann, alvejada pela descoberta de que seu coordenador de campanha, And...