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SEGUNDA EDIÇÃO DE QUINTA-FEIRA, 18 DE ABRIL DE 2019

NO O ANTAGONISTA
“As declarações do presidente do STF podem ser a senha para estimular juízes a censurar reportagens”
Quinta-feira, 18.04.19 10:13
Leandro Colon, na Folha de S. Paulo, alerta para um fato perigoso: as declarações de Dias Toffoli, presidente do STF, podem ser a senha para estimular censura.
Leia um trecho da análise:
“As declarações ao jornal Valor Econômico do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, são contraditadas pelos fatos e podem ser a senha para estimular juízes a censurar reportagens jornalísticas pelo País.
Na entrevista publicada nesta quinta-feira (18), Toffoli afirma: “Se você publica uma matéria chamando alguém de criminoso, acusando alguém de ter participado de um esquema, e isso é uma inverdade, tem que ser tirado do ar. Ponto. Simples assim”.
Na cabeça do ministro, alguém que se considerar atingido desta maneira tem o direito de requerer à Justiça a retirada de um texto e a Justiça tem o dever de assim fazê-lo.
Ignora-se, pelo argumento do magistrado, o devido processo legal, em que cabe ao personagem buscar reparação de danos, processar os autores por calúnia e difamação, por exemplo, entre outros meios jurídicos possíveis e capazes de provar que uma pessoa é alvo de alguma eventual injustiça ou uma “inverdade”, nas palavras de Toffoli, cometida pela imprensa.”
Colon escreve, ainda, que Toffoli agiu em causa própria ao pedir a Moraes que o caso fosse apurado.

“O MP deve provocar o Supremo”
18.04.19 10:11
Marco Aurélio Mello disse a Andréia Sadi que a PGR deveria recorrer ao STF para levar ao plenário a censura imposta ao nosso site:
“Creio que as matérias chegarão ao que entendo como Supremo, o plenário. Então, teremos crivo definitivo. O MP deve provocá-lo.”
Ele recomendou cautela aos censores:
“Precisam tirar o pé do acelerador. O excesso de autoestima é prejudicial.”

Acostumados a lidar com bandidos
18.04.19 10:07
Em entrevista a rádio Bandeirantes sobre o inquérito inconstitucional que mandou abrir, Dias Toffoli disse que o censor Alexandre de Moraes está acostumado a lidar com bandidos.
Nós também estamos acostumados a lidar com bandidos, Dias Toffoli.

A retirada do MEC
18.04.19 09:55
O expurgo no MEC continua.
O tenente brigadeiro Ricardo Machado Vieira, que era o número dois de Vélez Rodríguez, foi demitido hoje por Abraham Weintraub.
É mais uma derrota dos militares.

Centrão quer ‘sangrar’ o governo
18.04.19 09:53
O Centrão, com os aplausos da esquerda, manobrou para adiar a votação da reforma da Previdência da CCJ e retirar pontos do texto já na primeira etapa da tramitação.
É só o começo.
Diz o Estadão:
“A estratégia armada pelas lideranças do Centrão é retirar do texto na comissão apenas os itens que não têm impacto fiscal e deixar os pontos mais sensíveis para ‘sangrar’ o governo na comissão especial, fase na qual o conteúdo da proposta é analisado pelos deputados.”

Cargos para o Centrão
18.04.19 08:37
“O governo Jair Bolsonaro finalmente cedeu”, diz a Folha de S. Paulo.
Onyx Lorenzoni fez uma lista de cargos de segundo escalão para oferecer ao Centrão.
“Na lista que foi ditada a deputados entram estatais e autarquias do porte da Codevasf, Sudam e Sudene e Banco do Nordeste.”
O Centrão está em festa.

“A grande maioria de senadores vai começar a se insurgir”
18.04.19 09:50
O senador Ângelo Coronel, do PSD, disse ao site Bahia Notícias:
“O Senado começa a formar uma opinião majoritária sobre essas ações do STF. Acredito que a grande maioria de senadores vai começar a se insurgir para tomar decisões que coloquem a Corte Suprema no lugar de onde ele nunca deveria ter saído: do lugar da casa soberana da Justiça brasileira.”
Afirmou também:
“O Senado pode ter que tomar uma posição para retirar algum ministro que não esteja exercendo o seu papel dentro dos ditames legais.”
E mais:
“Cada um dos ministros tem que ficar no seu devido lugar com a maturidade que o cargo impõe. Do jeito que as coisas andam, vamos ter que criar o Supremo Tribunal Divino já que o dos terráqueos está dando problemas.”

O fracasso do pacificador
18.04.19 09:43
William Waack descreveu o fracasso de Dias Toffoli como agente pacificador:
“Antonio Dias Toffoli assumiu a presidência do STF em setembro último com a proposta de baixar a temperatura das brigas institucionais e evitar surpresas, como uma canetada que libertasse Lula. Era o momento crítico pré-eleitoral (que o diga o atentado contra Bolsonaro) e o então comandante do Exército, general Villas Bôas, tinha combinado com o mais jovem presidente do Judiciário que seu chefe de Estado-Maior e hoje ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, uma das principais cabeças políticas das Forças Armadas, seria assessor especial de Toffoli.
O esquema de pacificação funcionou até ser engolido pelo agravamento da mais espetacular disputa da crise brasileira, que opõe expoentes de enorme projeção da Lava Jato, de um lado, e integrantes de peso do Supremo e do mundo político no Legislativo, de outro. E vai acabar arrastando também o Executivo na disputa para determinar quem exerce o poder de fato sobre os principais agentes políticos (e suas decisões).”
A guerra será deflagrada pela canetada para libertar Lula.

Os golpistas
18.04.19 09:16
Um blogueiro petista saiu em defesa de Dias Toffoli:
“Há uma guerra nos porões do golpismo. A Lava Jato, que opera também no Congresso e na mídia, com senadores como Randolfe Rodrigues e veículos como O Antagonista, parece ter se juntado com parte das Forças Armadas para combater Toffoli e o Supremo.”
O ministro do STF é um herói da resistência.

Os interlocutores dos censores
18.04.19 09:00
A Época ouviu “interlocutores” de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes:
“Alguns dos que se perfilam em apoio aos dois ministros alegam que a revista eletrônica censurada não seria um órgão de imprensa, mas sim uma página digital de proselitismo político.”
E também:
“Interlocutor dos magistrados confidenciou que, ao tomarem a decisão de tirar o texto do ar, Toffoli e Moraes insinuaram desconsiderar a Crusoé e o site que controla a revista, O Antagonista, como imprensa, e sim, nas palavras do interlocutor, como ‘sites vendidos’, insinuando que os veículos não teriam como premissa a publicação de informações isentas e de interesse público.”
Que gente imunda.

A divisão do Supremo
18.04.19 08:51
O Globo, em editorial, condenou a censura imposta ao nosso site:
“O agravamento de tudo deu-se com a decisão tomada por Moraes de determinar que a revista Crusoé e o site O Antagonista retirassem do ar a notícia de que Marcelo Odebrecht, em sua delação premiada, identificara como o próprio Dias Toffoli o ‘amigo do amigo do meu pai’, citado na Lava Jato.
Toffoli, advogado do PT, foi nomeado responsável pela Advocacia-Geral da União por Lula, muito próximo a Emílio Odebrecht, pai de Marcelo. O documento com esta referência terminou retirado dos autos pelo juiz Luiz Antonio Bonat, da Lava-Jato no Paraná, a pedido do Ministério Público, por entender que o fato não tinha relação com a construção da Usina de Belo Monte, no Pará, sob investigação.
Ao ordenar um ato de censura, Moraes atraiu muitas críticas, por óbvio. E o pronunciamento formal da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, de contestação técnica do inquérito, amplificou a crise. O pedido de Dodge para que a investigação seja arquivada não foi aceito por Moraes, mas o assunto pode chegar ao plenário da Corte. Provocado pela PGR ou por meio de recursos impetrados contra a censura e o inquérito, relatados pelo ministro Edson Fachin. Quando ficará explícita a divisão do Supremo sobre a questão (…).
Além da visita ilegal do oficial de Justiça à redação dos veículos, houve mandados de busca contra detratores de ministros e a Corte. Mas nada que ponha a ordem constituída e a vida de autoridades em risco, até onde se sabe. Reagir contra calúnias e difamações é previsto em lei, sem ser preciso abrir inquéritos no STF.”

STF envergonhado
18.04.19 08:47
Um ministro do STF disse para a Folha de S. Paulo que a censura imposta por Alexandre de Moraes “o envergonha”.
De acordo com o jornal, os ministros só não se manifestam publicamente porque “ninguém quer acender fósforo em posto de gasolina”.
E também:
“Há, entre integrantes da Corte, a avaliação de que, apesar da insatisfação com medidas como a censura imposta à revista digital Crusoé, é preciso preservar em alguma medida a imagem do Supremo, evitando ao máximo um embate público entre os magistrados.”

Quem financia Dias Toffoli?
18.04.19 08:02
A Crusoé tem mais de 72 mil assinantes.
É assim que ela se financia, Dias Toffoli – com seus leitores. E só com eles.
Mais uma coisinha: os impostos pagos pela Crusoé financiam seu salário no STF e suas mordomias.

Os 37 milhões de financiadores de O Antagonista
18.04.19 08:28
Só em 2019, O Antagonista já teve 37.407.589 leitores únicos.
São eles que financiam o site, por meio dos anúncios espalhados em nossas páginas.
Entendeu, Dias Toffoli?

A aposta de Dias Toffoli
18.04.19 07:56
“Dias Toffoli parece se guiar pela aposta de que será capaz de acuar o grupo Crusoé-Antagonista na tramitação dos processos que se acumulam contra seus jornalistas”, diz Maria Cristina Fernandes, do Valor.
Do jeito que ela descreve, trata-se de um achaque. Se isso for verdade, o presidente do STF vai perder a aposta. Os jornalistas do grupo Crusoé-Antagonista nunca se deixaram acuar por ninguém.

“Eles fizeram uma dupla para estabelecer o terrorismo, porque estão ameaçados pela Lava Jato”
18.04.19 07:41
Modesto Carvalhosa disse para a Folha de S. Paulo que Alexandre de Moraes e Dias Toffoli “não cometeram apenas crime de responsabilidade. São culpados também de crimes comuns”.
E mais:
“Eles fizeram uma dupla para estabelecer o terrorismo, porque estão ameaçados pela Lava Jato.”
Ele recomendou o afastamento de Dias Toffoli:
“A democracia necessita de instituições, mas o Supremo está falindo. É preciso mudar sua composição, a começar pelo presidente Toffoli, que deveria ser afastado pelo conjunto dos ministros.”

“Dias Toffoli não está imune a processo por calúnia”
18.04.19 07:35
Mario Sabino, depois de ser informado sobre a entrevista de Dias Toffoli, respondeu ao Valor:
“Dias Toffoli não está imune a processo por calúnia. O único constrangimento causado ao Supremo se dá pelo comportamento abusivo do censor Dias Toffoli, que está abolindo o devido processo legal, com o seu inquérito inconstitucional”.
Eu, Diogo Mainardi, acrescento que o ministro está dando bandeira.

Toffoli quer saber se “há interesses internacionais” por trás da campanha de ódio
18.04.19 07:29
Depois de acusar O Antagonista e a Crusoé de venderem matérias, Dias Toffoli disse para o Valor:
“A destruição das instituições e de reputações faz parte de uma campanha de ódio. Temos que saber se não há interesses internacionais por trás disso, de desestabilizar as instituições. Interesses nada republicanos.”
Isso mesmo, Dias Toffoli, O Antagonista é da CIA.

Simples assim, Dias Toffoli
18.04.19 07:13
O pessoal do STF tem de conversar com Dias Toffoli.
Ele disse para o Valor:
“Se você publica uma matéria chamando alguém de criminoso, acusando alguém de ter participado de um esquema, e isso é uma inverdade, tem que ser tirado do ar. Ponto. Simples assim.”
A Crusoé publicou um documento verdadeiro da Lava Jato, mas jamais o acusou de ter cometido um crime, porque ele ainda não foi condenado por um tribunal.
A mesma coisa deveria valer para Dias Toffoli: uma matéria caluniosa só pode ser tirada do ar depois de ser julgada, respeitando o direito de defesa. Caso contrário, é censura prévia. Ponto. Simples assim.

NO PUGGINA.ORG
ENQUANTO O FOGO CONSUMIA MINHA HERANÇA
Por Percival Puggina (*) 
Artigo publicado quinta-feira, 17.04.2019
Anteontem, enquanto observava, aflito, parte da minha herança arder flamejante no coração de Paris, eu pensava sobre essa dimensão de nossa natureza, perdida pelo esquecimento e consumida nas chamas da perversidade. Nas conhecidas palavras de Émile Henriot: “Cultura é o que resta quando esquecemos tudo”. E nós estamos esquecendo esta condição de herdeiros de uma cultura, de usufrutuários das imateriais riquezas da civilização ocidental.
O cotidiano me adverte ainda mais. Estamos sendo ensinados a desprezar toda essa herança, a começar por nossas raízes; a ultrajar os pais da Pátria; a viver sem fé, sem origem e sem sentido; a lastimar o passado, num presente lastimável, rumo a um lastimável futuro. Não estou fazendo frases, leitor amigo, estou amargamente curioso. Quero saber dos algozes da mais elevada, rica e culturalmente produtiva civilização que a humanidade conheceu: qual vosso ponto de chegada? Aonde vamos com negação do belo e com a aclamação do horrendo e do perverso em todas as formas de arte? Se abandonamos tudo que eleva o espírito, a força de gravidade o derruba para o nível das mais rasteiras paixões! Por isso deveríamos aprender a reconhecer e amar o bem, o belo, o bom e o justo. Mas quem cuida disso?
O passar dos anos desenvolveu em mim, com intensidade crescente, a consciência de ser um ocidental. Quem me dera, também, a ciência! Esse sentimento se aprofundou à medida que, em sucessivas viagens e como principal interesse de todas, minha mulher e eu visitamos centenas de igrejas românicas, góticas e barrocas em toda a Europa. São obras empreendidas por gerações de artesãos, artistas e operários que morriam sem as ver prontas, seguidos de outros, e de outros, ao longo de séculos. Não há como não ver materializado aí o sentido do sagrado e o sagrado sentido da herança cultural. Tal riqueza diz presente, também, nos museus, nas artes visuais, na literatura, na música, na dança, no teatro e na difícil, mas positiva, evolução das instituições políticas.
Essa cultura chegou até nós nas caravelas de Cabral. Sim, veio a bordo coisa boa e coisa ruim. Veio salvação e perdição. O que dói na alma, cinco séculos passados, é ver tanta gente escrutinando a coisa ruim e a perdição. O que dói em mim é saber, como sei, por que tantos jovens me contam, do mesquinho trabalho a que se dedicam os incendiários de catedrais interiores. Em vez de as construir, fazem-nas arder no cultivo de maus sentimentos, no desrespeito ao nosso belo idioma, na animosidade em relação ao amável Portugal e aos pais da nossa Pátria, na negação da fé sem a qual não haveria essa cultura e essa civilização.
Assim, com redobrada tristeza, as chamas que queimavam minha herança em Notre-Dame me faziam lembrar das catedrais interiores que queimaram, ou que não foram nem serão construídas por falta de artesãos.
(*) Percival Puggina (74), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no País. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.


NO BLOG DO POLÍBIO BRAGA
Clube Militar defende general Paulo Chagas e ataca STF
A crise institucional que tem como epicentro o STF assumiu a forma de confronto entre o Poder Judiciário, o Ministério Público e setores da mídia, extravasando para o setor militar. 
O Clube Militar publicou nesta quarta-feira artigo com duras críticas ao Supremo Tribunal Federal e dispara: 
- A ação da Corte Suprema significa uma ditadura de toga. 
No centro da polêmica está o mandado de busca e apreensão na casa do general Paulo Chagas  expedido pelo ministro do STF Alexandre de Moraes
Quinta-feira,  4/18/2019 10:30:00 AM


NO BLOG ALERTA TOTAL
Quinta-feira, 18 de abril de 2019
O Supremo Febeapá
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Em 1966, 1967 e 1968, o cronista Sérgio Porto (ou Staninslaw Ponte Preta) escreveu os três livros do Febeapá (sigla de Festival de Besteira que assola o País), com ilustrações do Jaguar. Lalau era vivo... Vivo fosse (foi-se em 30 de setembro de 1968), Porto hoje seria obrigado a redigir uma obra antalógica: O Febeapá Supremo ou o Supremo Febeapá. Seria uma estupenda gozação com a nossa Suprema Ditadura sob interpretação da Constituição Vilã de 1988.
É a Demo-Cracia (na tradução tabajara: Governo do Cramulhão). A presente e persistente crise institucional há de se resolver. Por bem ou por mal... Pelo bom ou pelo mau... Mas é inegável que a guerra de todos contra todos os poderes agravou-se de modo infringente, sem embargos e com recursos hediondos. Executivo, Legislativo, Militar e Mídia criticam o 'Judásciário' (ops, Judiciário).
A reação tende a ser vingativa. Quem deve já pode trocar a fralda, a cueca ou a calcinha. O troco será maligno. Teremos impeachment, CPI da Lava Toga e revogação da PEC da Bengala? Ou teremos mais políticos com processos correndo na velocidade da luz? Os podres poderes se destruindo será um processo benigno de depuração institucional para o Brasil.
Nesses tempos corruptos de perseguição e vingança, eis que surge uma sugestão macabramente legal. A ideia foi inspirada no suicídio do presidente peruano Alan Garcia – que preferiu cantar para subir do que ver o Sol nascer quadrado, em função da transnacionalização do escândalo da Lava Jato, via falecido departamento de operações estruturadas (de corrupção) da Odebrecht.
Eis a proposta: O Presidente Jair Bolsonaro poderia baixar uma medida provisória instituindo o perdão judicial instantâneo a todos aqueles corruptos que decidirem tirar a própria vida, em função do arrependimento por participação em corrupção ou por medo de acabar condenado e preso. Será uma solução definitiva, eficaz e imediata no tratamento aos corruptos & afins. Os mortos por conta própria não vão entulhar o Judiciário com recursos infindáveis e protelatórios. A impunidade morre por ela mesma...
Corrupto bom é corrupto morto! Só fica no ar uma dúvida mortal: será que o Supremo Febeapá vai interpretar a medida extrema como inconstitucional? Melhor não esperar pela resposta de algum supremo totalitário federal... Afinal, como escreveria Machado de Assis, “matamos o tempo; e o tempo nos enterra”.
(...)

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