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PRIMEIRA EDIÇÃO DE SÁBADO, 09 DE MARÇO DE 2019

NA COLUNA DO CLÁUDIO HUMBERTO
SÁBADO, 09 DE MARÇO DE 2019

O presidente Jair Bolsonaro decidiu iniciar uma espécie de “intervenção branca” no Ministério da Educação, chefiado pelo colombiano Ricardo Vélez. O ministro foi chamado ao Palácio do Planalto na quinta-feira (7) para ser informado da decisão do comando do governo de iniciar a substituição de assessores e secretários do MEC. Segundo fonte do Planalto, nesta fase inicial podem ser dispensadas até oito pessoas.

A decisão de fazer “uma limpa” no MEC foi motivada por erros e constrangimentos provocados inclusive nas redes sociais.

Bolsonaro tem grande respeito pelo filósofo Olavo de Carvalho, mas não permitirá que ele administre o MEC por meio de “discípulos”.

Ao ser informado da decisão do Planalto, o filósofo foi às redes sociais pedir que seus seguidores abandonem o governo.

Procurado pela coluna, o Ministério da Educação não comentou as demissões até o fechamento desta edição.

Muita gente estranha a dedicação extremada de Jair Bolsonaro às redes sociais, endossando as críticas duras a postagens do presidente durante o Carnaval. Mas poucos sabem que é através das redes sociais que Bolsonaro, em seu isolamento no palácio Alvorada, imposto pelo poder, mantém contato com o seu povo. Adora um bate papo, contar piadas, dar risadas, e nas redes sociais ele vive um pouco disso.

“Zero Dois”, como Bolsonaro chama seu filho Carlos, administra suas contas nas redes sociais. Mas o presidente gosta de ler as mensagens.

Como qualquer pessoa, ele adora a força que recebe dos seguidores, e também se aborrece e às vezes não consegue ignorar os ataques.

Fora de redes sociais, Bolsonaro gosta de conversar “sobre a vida lá fora” com auxiliares humildes do Alvorada, além de seguranças.

O suplente do deputado Marcelo Álvaro Antônio (PSL), atual ministro do Turismo, pode arrumar as gavetas porque o titular vai reassumir o mandato. O presidente Jair Bolsonaro deve demiti-lo sem demora.

Diplomatas perseguidos na era PT não entendem as homenagens do governo Bolsonaro ao ex-ministro petista das Relações Exteriores, Antonio Patriota, que será removido de Roma para Haia, na Holanda.

Último chanceler do governo Dilma, Mauro Vieira vai para Atenas e Luiz Alberto Figueiredo, o penúltimo, para Copenhague. Na era PT, diplomatas não-petistas acabavam em remotos países africanos.

Em Brasília, o governador Ibaneis Rocha abriu inquérito contra médicos flagrados assistindo tevê, enquanto dezenas de doentes na sala de espera choravam por atendimento. E demitiu o diretor do hospital.

A denúncia na 13ª Vara federal de Curitiba contra o ex-senador Sérgio Machado, ex-presidente da estatal Transpetro nos governos Lula e Dilma, aumentou muuuuito o consumo de Rivotril no MDB de Alagoas.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), publicou tweet na sexta (8) avisando que estava “em Laranjal do Jari”. As redes sociais não perdem a piada: “ele não precisava viajar para visitar um laranjal”.

Criada por ocasião do Dia Internacional da Mulher, a comissão externa sobre violência contra mulher tem cinco deputadas de quatro partidos. O PT, que explora o tema no discurso, não tem ninguém.

A Justiça Federal do DF aceitou denúncia para investigar esquema de propina no Banco de Brasília (BRB). O juiz Vallisney de Oliveira é o mesmo que aperta o petista Lula por vender medidas provisórias.

…prioridade e comprometimento de verdade no Congresso, só com as regalias e folgas.

DA AGÊNCIA BRASIL (EBC)
Bolsonaro autoriza bloqueio de bens de investigados por terrorismo
Presidente vetou trecho que determinava aval do Executivo
Publicado sexta-feira, 08/03/2019 - 21:48
Por Agência Brasil Brasília
O presidente Jair Bolsonaro sancionou projeto de lei, proposto pelo próprio Executivo, que autoriza bloqueio de bens de investigados ou acusados por atos terroristas, financiamento ou ações correlatas.
O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional, mas os parlamentares acrescentaram um trecho que obrigava o Executivo a validar o bloqueio de bens. O presidente vetou o trecho argumentando que vai contra a recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU).
“A redação do parágrafo único é contraditória ao disposto no caput do art. 6º ao impor atos de internalização e homologação como obstáculos à executoriedade imediata de resoluções sancionatórias do Conselho de Segurança das Nações Unidas, o que subverte a ordem lógica da norma [...]”, justificou o presidente, no veto.
O projeto tornou-se a Lei nº 13.810, que dispõe sobre o cumprimento de sanções impostas por resoluções do Conselho de Segurança da ONU. Antes de chegar ao Congresso, o texto foi elaborado por um grupo interministerial e órgãos integrantes da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (Enccla).
A lei vem para reparar uma falha apontada pelo Grupo de Ação Financeira contra a Lavagem de Dinheiro e o Financiamento do Terrorismo (Gafi), organização intergovernamental cujo propósito é desenvolver e promover políticas nacionais e internacionais de combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo. Segundo o Gafi, o Brasil deveria melhorar as leis com relação à celeridade no cumprimento de resoluções do Conselho de Segurança da ONU relativas ao combate ao terrorismo, financiamento ou atos correlatos.
Lei anterior, de 2015, já previa o bloqueio dos bens, porém dependia de uma ordem judicial, o que foi criticado pelas Nações Unidas por tornar a medida demorada. Com a nova lei, a anterior foi revogada.

Governo intensifica campanha de esclarecimento sobre Previdência
Presidente estará em peças informativas da reforma
Publicado em 08/03/2019 - 20:29
Por Marcelo Brandão - Repórter da Agência Brasil Brasília
O governo federal vai intensificar a campanha de esclarecimento da população sobre a reforma da Previdência. O porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, afirmou hoje (8) que a determinação do presidente Jair Bolsonaro é informar a população sobre os principais pontos da proposta do governo, apresentada ao Congresso no mês passado.
“O presidente Jair Bolsonaro determinou a intensificação da estratégia de comunicação da nova Previdência por todos os meios disponíveis […]. Os principais pontos a destacar: quem ganha menos paga menos; quem ganha mais paga mais; idade mínima para todos; todos vão contribuir; os direitos estão garantidos e haverá regras de transição”, disse Rêgo Barros.
A ideia é que o slogan da campanha - "Nova previdência. É para todos. É melhor para o Brasil" - seja mais difundido em televisão, rádio e redes sociais. “Vamos usar, naturalmente, as mídias sociais, que é uma característica do nosso presidente, as mídias sociais do Planalto, integradas à mídia do nosso presidente. Nós vamos usar a disponibilidade de informações por meio da televisão, rádio, jornal”, afirmou o porta-voz.
Bolsonaro será o principal personagem da campanha de esclarecimento à sociedade sobre a reforma da Previdência. “O presidente, naquilo que lhe couber, assumirá a liderança dessa comunicação. Ele entende que seu cargo é de extrema responsabilidade e, naturalmente, o seu rosto facilitará o entendimento junto à sociedade”.
O governo pretende mostrar que os mais pobres serão mais beneficiados pela reforma da Previdência. Segundo Rêgo Barros, estudos da equipe econômica apontam que a implantação da “nova Previdência” tem potencial para geração de 8 milhões de empregos e um aumento de R$ 5,8 mil no Produto Interno Bruto (PIB) per capita (por membro da família) até 2023. Além disso, a economia gerada pelas novas regras será de R$ 1,2 trilhão em dez anos, segundo projeção do Ministério da Economia.






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