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TERCEIRA EDIÇÃO DE QUINTA-FEIRA, 20 DE SETEMBRO DE 2018

NO DIÁRIO DO PODER
RENATO DE ÁVILA VIANA 
Diplomata espancador de mulheres é demitido do cargo 
Ontem, Renato de Ávila Viana chegou a ser preso por nova agressão à mulher, mas foi solto após fiança de R$ 1 mil 
Da Redação 
20/09/2018 às 12:01 
Acusado em diversos casos de agressão a mulheres, até no exterior, o diplomata Renato de Ávila Viana foi demitido do cargo de primeiro secretário do Ministério das Relações Exteriores (MRE). A informação foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 20.
A demissão acontece um dia após Renato ser preso pela Polícia Militar por agredir, mais uma vez, a mulher no prédio onde mora, em Brasília – mas ele foi liberado ao pagar fiança no valor de R$ 1 mil. 
No entanto, a demissão não está relacionada diretamente à prisão, ocorrida nessa quarta-feira, 19. A medida é resultado de processo administrativo disciplinar (PAD) aberto após denúncias de uma ex-namorada de Viana, que ainda briga na Justiça pela condenação dele por tê-la espancado. 
Conforme consta em ação judicial, o servidor do MRE arrancou o dente da companheira com uma cabeçada quando ela se recusou a voltar a namorar com ele. O funcionário público poderá recorrer da decisão na Justiça. 
O passado do servidor público é marcado por denúncias de crimes, sete no total, com a nova acusação de ontem. Ele já respondeu a três PADs na Corregedoria do Serviço Exterior do MRE, após registros de ataques a duas mulheres em outros países e a mais duas no Brasil. 
Em território estrangeiro, Renato Viana desfrutou a imunidade diplomática: as autoridades locais não puderam investigá-lo, precisando recorrer ao Itamaraty.

NO O ANTAGONISTA
Gilmar diz que a PGR não manda’ no Supremo
Quinta-feira, 20.09.18 14:46
Gilmar Mendes disse que ainda não analisou o recurso de Raquel Dodge contra soltura de Beto Richa, mas achou por bem registrar que a PGR não manda no STF, informa o Jota.
E aproveitou para dar mais uma alfinetada em um de seus grandes desafetos.
“Vocês se acostumaram aqui a imaginar que a Procuradoria manda. A PGR opina. Vocês se acostumaram à época do [Rodrigo] Janot. PGR dá parecer, opina. Quem decide somos nós.”

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