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SEGUNDA EDIÇÃO DE QUINTA-FEIRA, 26-7-2018

NO O ANTAGONISTA
Zelotes nas ruas
Quinta-feira, 26.07.18 08:18
A PF está nas ruas para uma nova fase da Zelotes.
O Globo informa que um dos alvos é o secretário de Comércio Exterior no governo Dilma Rousseff, Daniel Godinho.

Nova fase da Zelotes apura prejuízo de quase 1 bilhão
26.07.18 08:48
Por Claudio Dantas
A 10a fase da Operação Zelotes, deflagrada agora de manhã, investiga o envolvimento de oito pessoas e duas empresas em fraudes no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).
Segundo o MPF, o esquema teria causado prejuízos acima de R$ 900 milhões, em valores atualizados.

CONSELHEIRO DE ALCKMIN É ALVO DA ZELOTES
26.07.18 09:44
Um dos autores do plano econômico de Geraldo Alckmin, Roberto Giannetti da Fonseca foi alvo da Zelotes nesta quinta-feira.
Segundo O Globo, “ele é suspeito de receber pagamentos de 2,2 milhões de reais para favorecer a empresa Paranapanema, que conseguiu se livrar de débitos de cerca de 900 milhões de reais no Carf em 2014.”

O perfeito idiota norte-americano pede a soltura de Lula
26.07.18 09:15
O perfeito idiota norte-americano pediu a soltura do perfeito criminoso latino-americano.
Bernie Sanders, segundo a Folha de S. Paulo, enviou uma carta ao governo brasileiro denunciando a prisão de Lula depois de um julgamento “altamente questionável e politizado”, com “acusações não comprovadas”.
O perfeito idiota norte-americano avacalha o Brasil e o perfeito criminoso latino-americano aprova.

O indulto de Lula vai ter de esperar
26.07.18 08:03
O poste de Lula não vai conseguir tirá-lo da cadeia com uma canetada.
Carlos Velloso, o eterno presidente do STF, disse para O Globo:
“O presidente da República pode indultar, sim, mas só depois do trânsito em julgado da ação. Além disso, há todo um procedimento. É ouvido o Conselho Nacional Penitenciário. Não se decide de um dia para o outro.”
Lula também não será beneficiado por uma anistia aprovada no Congresso Nacional:
“Não há anistia para criminosos comuns”.

NA COLUNA RADAR
Recordista, senador tem 99 funcionários
Todos pagos com dinheiro público
Por Ernesto Neves
Quinta-feira, 26 jul 2018, 06h35
Hélio José: festa com o dinheiro público (Agência Senado/Agência Senado)
Teto de gastos, enxugamento da máquina pública, arrocho econômico.
O receituário defendido por parlamentares para controlar as contas públicas parece não valer dentro do próprio Congresso.
É o caso do senador Helio José (PROS-DF).
Recordista, José emprega nada menos que 99 funcionários.
Destes, 59 estão somente em seu gabinete, enquanto outros 40 ficam lotados no escritório.
Cinco são efetivos, com salários de R$ 27 mil a R$ 37 mil.
Outros 50 são comissionados, ganhando entre R$ 3,3 mil e 23 mil.
E quatro são terceirizados, não tendo seus rendimentos divulgados.
Os dados fazem parte de um levantamento exclusivo feito pelo Ranking dos Políticos.

NA COLUNA DO WILLIAM WAACK
Soco na boca
A potência das ‘armas’ na disputa eleitoral será testada no confronto direto que se inicia
Por William Waack, O Estado de S.Paulo
Quinta-feira, 26 Julho 2018 | 03h00
Supõe-se que o campo das disputas políticas, especificamente eleições, seja o das decisões frias. Não é à toa que boa parte do vocabulário venha da linguagem militar e do pensamento clássico sobre estratégia, pois trata-se de ganhar uma batalha. Nesse sentido, a expressão mais consagrada é a de um general prussiano do século 19, Helmuth von Moltke (“O Velho”): nenhum plano resiste ao primeiro contato com o adversário.
Antes de mais nada, um recado: vou me concentrar aqui nos personagens políticos que estão pontuando melhor nas pesquisas. Não importa a simpatia e admiração que se possa ter por movimentos autênticos de renovação de métodos e ideias, e o essencial exemplo de engajamento político de milhares em torno de propostas modernas – e o que isso aponte de positivo para a futura política brasileira – o peso desses movimentos nas próximas eleições estará ainda bem aquém das elogiáveis ambições de seus participantes.
Vamos tentar limpar a “verborragia” típica de candidatos, exacerbada com a revolução digital (que incentiva a produção de “soundbites” de 10 segundos para viralização em redes sociais) e focar no que são planos nítidos de combate. O balé do Centrão é, em primeiro lugar, com a quase infinita possibilidade de alianças e parcerias, o espelho fiel da maçaroca ideológica brasileira, impossível de ser corretamente definida pelos termos “direita” e “esquerda”.
Em segundo lugar, essa movimentação é a evidência de que todos calculam friamente que elementos do sistema (tempo de TV, acesso a fundos com dinheiro público e controle de pedaços da máquina governamental) trazem vantagens na disputa eleitoral. E, eventualmente, na capacidade de governar em 2019. É o plano óbvio de Geraldo Alckmin, mas também de Ciro Gomes (que sai em desvantagem), assim como é bastante óbvio o plano de candidatos que se apresentam como “de fora” (não importa se de fato o são, o que importa é a percepção) – Marina Silva e Jair Bolsonaro. É a aposta na capacidade de mobilização através de tecnologias digitais, e o uso do que identificam como qualidade própria de atender à “demanda” do eleitorado por limpeza “do que está aí”. 
A potência dessas “armas” será testada no confronto direto que se inicia agora, e meu palpite é o de que miséria, pobreza e infraestrutura precária ainda dão bastante peso ao dinheiro para campanhas e ao tempo de TV, fatores ligados, porém, às qualidades de cada personagem (Chuchu conquistará paladares?) e subordinado ao que todos os generais inteligentes já admitiam desde que batalhas existem, ou seja, que a guerra é o terreno da sorte, do acaso e do imponderável (como a Lava Jato, por exemplo). 
E como é que fica com os planos do PT, uma força que não se pode negligenciar? Por enquanto parece-me o cálculo menos “frio” de todos, pois emana do fígado de Lula, o chefe da seita. A dificuldade com o atual “plano” fixado em Lula é o problema que os estrategistas chamam de confusão entre meios e fins: o plano é usar Lula como arma de transferência de votos (que, sem dúvida, ele é) ou só o de livrar Lula da cadeia? Até agora, serviu para isolar a agremiação política e dar conforto a seus adversários.
Diante do quadro ainda indefinido das eleições, saborosas frases antigas sobre como ganhar batalhas continuam tendo ressonância hoje. “A gente se engaja (no combate) e depois vê o que faz”, disse Napoleão, quando perguntaram qual era seu princípio estratégico. Prefiro uma definição de estratégia bem mais recente, e proferida pelo boxeador campeão mundial dos peso pesados, Mike Tyson: “Todo mundo tem um plano até levar um soco na boca”.


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