quinta-feira, 17 de maio de 2018

SEGUNDA EDIÇÃO DE 17-5-2018

NO O ANTAGONISTA
“Apoio direto na próxima campanha presidencial no total de R$ 100 milhões”
Brasil Quinta-feira, 17.05.18 10:17
O esquema de Gleisi Hoffmann recebeu 7 milhões de reais do Fundo Consist.
Diz o relatório da PF, reproduzido pela Veja:
“Tais pagamentos aparecem como tendo sido feitos regularmente pelo escritório de Guilherme Gonçalves, mas na realidade tratavam-se de valores de corrupção”.
A propina seria usada para bancar também a campanha reeleitoral de Dilma Rousseff:
“A documentação mostra que a quadrilha ligada à empresa Consist, que desviou 100 milhões de reais no Ministério do Planejamento, queria desviar outros 100 milhões no Ministério da Previdência. Em uma das mensagens interceptadas pela Polícia, um dos investigados, o empresário Washington Vianna, descreve, em 2011, no início do primeiro mandato de Dilma Rousseff, um plano para implantar o sistema no Ministério da Previdência: ‘Teríamos R$ 3,750 milhões/mês para fazer os acordos políticos necessários. Eu até diria que na Casa Civil, um apoio direto na próxima campanha presidencial durante 3 anos no total de R$ 100 milhões'”.

O aval de Lula para a propina da Odebrecht
Brasil 17.05.18 09:52
O Refis da Crise, segundo Marcelo Odebrecht, rendeu 50 milhões de reais em propinas para a campanha presidencial de Dilma Rousseff.
Em seu novo depoimento para a Lava Jato, obtido pela Folha de S. Paulo, ele disse também “que o esquema para a compra do Refis da Crise só foi montado após seu pai, Emílio, conseguir o aval do então Presidente Lula.
O empreiteiro não se sentia seguro de gerar um crédito de propina daquele tamanho sem se certificar de que o próprio Presidente estava de acordo”.
O dinheiro da propina, explica a reportagem, “teria sido gerado de um Caixa Dois da Braskem e seria alocado na conta ‘Italiano’, gerenciada por Palocci, no setor de propinas da empresa”.
A Braskem, claro, é uma sociedade entre a Odebrecht e a Petrobras – mais uma prova de que a propina lulista saiu da estatal e tem de ser julgada por Sérgio Moro.

Odebrecht relata o esquema de propinas para Dilma
Brasil 17.05.18 09:44
Marcelo Odebrechet entregou Dilma Rousseff mais uma vez.
Em depoimento prestado algumas semanas atrás, ele detalhou o pagamento de propina relacionado ao Refis da Crise.
Diz a Folha de S. Paulo:
“O próprio empreiteiro tratava do assunto com o Governo, conversando com o então Ministro da Fazenda, Guido Mantega, e seu antecessor, Antonio Palocci (…).
Mantega, segundo Marcelo, exigiu R$ 50 milhões de propina para encampar o projeto. O dinheiro seria usado na campanha eleitoral do ano seguinte, que elegeu Dilma Rousseff para a Presidência.”

Lula candidato a colunista do Le Monde
Brasil 17.05.18 07:55
A Internacional lulista continua a estapear a democracia brasileira e a lógica.
O condenado assina um artigo no francês Le Monde no qual repete que será candidato:
“Sou candidato à Presidência do Brasil nas eleiçōes de outubro, porque não cometi crime nenhum e porque sei que poderei fazer com que o País retome o caminho da democracia e do desenvolvimento para o nosso povo.
Depois de tudo o que cumpri como Presidente da República, eu tenho a certeza de que poderei devolver ao Governo toda a sua credibilidade, sem a qual não pode haver desenvolvimento econômico nem defesa dos interesses nacionais. Eu sou candidato para dar aos pobres e excluídos a sua dignidade, para garantir a sua dignidade e lhes dar a esperança de uma vida melhor.
Nada na minha vida foi fácil, mas aprendi a não renunciar.”
Talvez a Internacional lulista consiga candidatar o condenado a colunista do Le Monde.

A Internacional lulista
Brasil 17.05.18 09:03
A Internacional lulista, que fez publicar um artigo assinado pelo condenado Lula, pode contar com a ajuda do editor para a América Latina do jornal francês.
Ele é o brasileiro Paulo Paranaguá, que foi militante trotskista na década de 70.

Telecurso do Instituto Lula
Brasil 17.05.18 08:53
O Instituto Lula “está organizando cursos a distância como forma de arrecadar recursos para pagar despesas imediatas”, diz a Folha de S. Paulo.
“A ideia é que pessoas como Emir Sader, Marilena Chauí e Tereza Campello deem aulas-tema para os inscritos via internet.”
Quanto maior a distância, portanto, melhor.

A embaixada de Temer
Brasil 17.05.18 08:31
Ciro Gomes, se for eleito, vai conceder um indulto a Lula.
E Geraldo Alckmin vai esconder Michel Temer numa embaixada.
Diz a Folha de S. Paulo:
“A negociação entre Geraldo Alckmin e Michel Temer para a campanha de 2018 deveria passar pela garantia de um cargo para o atual Presidente num eventual futuro governo. A ideia é defendida por alguns dos principais estrategistas do tucano.
A nomeação para uma embaixada, por exemplo, garantiria foro especial para Temer depois que ele deixar o cargo.”
Michel Temer poderia virar embaixador no Líbano, por exemplo.

O dia de Dirceu
Brasil 17.05.18 08:12
O último recurso de José Dirceu será julgado hoje pelo TRF-4.
Depois disso, ele poderá ser preso a qualquer momento.

O PT se livra de Lula
Brasil 17.05.18 07:38
A entrevista de Camilo Santana ao Estadão muda o cenário eleitoral.
Ele é o primeiro petista a falar abertamente sobre a necessidade de esquecer a candidatura de Lula – contrariando as ordens do presidiário – e apoiar Ciro Gomes.
Ele mostrou também que não está sozinho, dizendo que conversou sobre o assunto com Jaques Wagner, Rui Costa, Wellington Dias “e alguns governadores que não são do PT”.

“PT não pode apostar no isolamento suicida”
Brasil 17.05.18 07:17
O petista Camilo Santana, Governador do Ceará, enterrou a candidatura de Lula.
Para ele, o PT tem de apoiar Ciro Gomes.
Leia um trecho de sua entrevista para o Estadão:
“Parto do princípio de que o PT, sem dúvida nenhuma, é hoje o maior partido deste País. Agora, não acredito que vão deixar o Lula ser candidato. Isso é um fato. Não adianta a gente se enganar. Acho que ele poderá contribuir muito nesse processo eleitoral, mas não como candidato. Não permitirão isso. E penso que o Ciro é hoje, sem dúvida nenhuma, o principal nome para unir as esquerdas e garantir as conquistas sociais alcançadas durante os 12 anos do PT no poder. Ciro sempre foi um aliado fiel. Negar isso acho que seria injusto. Acho que o PT tem uma grande oportunidade de fazer esse debate. Não podemos nos isolar. O momento é de união, não de isolamento. O momento não é de radicalismos, isso não vai levar a nada. O momento é de reflexão, serenidade, desprendimento. Acho que quem pensa de verdade no partido, na sua história de luta, de conquista, não pode apostar no isolamento suicida.”

NO ESTADÃO
MPF acusa 11 brasileiros de promover Estado Islâmico e recrutar jihadistas
A denúncia, à qual o Estado teve acesso, é resultado da Operação Átila, da PF, que correu em sigilo até março. O inquérito serviu de base para a acusação do MPF. Ao menos sete pessoas foram detidas desde outubro
Por Túlio Kruse, O Estado de S.Paulo
Quinta-feira, 17 Maio 2018 | 05h00
O Ministério Público Federal (MPF) denunciou 11 brasileiros pela formação de uma organização criminosa e por promoção do Estado Islâmico (EI) no País. Para o MPF, houve tentativa de recrutar jihadistas para se juntar ao grupo terrorista na Síria, discussões sobre atentados no Brasil e planos de formar uma célula nacional do EI.
Cinco dos envolvidos também respondem pelo crime de corrupção de menores, que teriam sido recrutados pelo grupo. A denúncia tem como base conversas que eles mantinham em aplicativos de mensagens em redes sociais, interceptadas pela Polícia Federal.
A denúncia, à qual o Estado teve acesso, é resultado da Operação Átila, da PF, que correu em sigilo até março. O inquérito serviu de base para a acusação do MPF. Ao menos sete pessoas foram detidas desde outubro e outras deram depoimento após condução coercitiva. 
Dois envolvidos permanecem presos preventivamente. Jhonathan Sentinelli Ramos, de 23 anos, cumpria pena por homicídio e se comunicava por celular de dentro do Complexo Penitenciário de Bangu, no Rio. A Justiça determinou sua transferência para a Penitenciária Federal de Campo Grande, de segurança máxima, onde está Welington Moreira de Carvalho, de 46 anos. Os demais respondem em liberdade. 
As investigações começaram em novembro de 2016, após a divisão antiterrorismo da PF receber um comunicado da Guarda Civil da Espanha. No documento, a Polícia espanhola informava que números de telefones brasileiros estavam em grupos do aplicativo WhatsApp suspeitos de “promover, organizar ou integrar” o EI. Alguns tinham mais de 200 participantes. 
Segundo a denúncia do MPF, um dos grupos identificados foi criado para promover atividades terroristas do EI e era “destinado a discutir a criação de uma célula terrorista no Brasil”. O título dessa comunidade virtual, que tinha 43 integrantes, era “Estado do Califado no Brasil”. 
Em depoimentos à Polícia, alguns disseram que se comunicavam com simpatizantes e membros de organizações terroristas em países como Síria, Turquia, Líbia, Afeganistão e Estados Unidos. Outros envolvidos relataram conversas a respeito da organização da célula e treinamento de facções paramilitares no País, o que também consta em diálogos obtidos pela PF após a apreensão de celulares. 
Sobre a razão dos contatos com estrangeiros, os brasileiros envolvidos dão diferentes motivos, desde informações sobre como aderir ao EI até orientação sobre como obter vistos de países do Oriente Médio ou discutir “táticas de guerrilha”, segundo o MPF. “(Ele) Afirma sempre conversar com vários recrutadores jihadistas. Um desses seria da Província de Idlib (Síria), que possui contatos e poderia ajudar na migração para o califado”, diz o texto da denúncia, sobre um dos acusados, Thiago da Silva Ramos Benedito, de São Paulo, preso no dia 8 de dezembro. “Fica clara a tentativa em recrutar brasileiros.”
Alguns acusados negam envolvimento com o EI ou em atividades criminosas. A maior parte dos envolvidos não se conhecia pessoalmente e se comunicava apenas pela internet ou pelo WhatsApp. Todos são acusados de promover o terrorismo ao disseminar mensagens extremistas e vídeos com execuções e propaganda do EI.

NO O GLOBO
Dirigentes do INSS atestaram serviço logo depois do contrato com empresa de fachada
Diretor de Atendimento e gestor assinaram documento confirmando quatro licenças de software da RSX
POR PATRIK CAMPOREZ/ROBSON BONIN
Quinta-feira, 17/05/2018 4:30/atualizado 17/05/2018 7:26
BRASÍLIA — Depois de o Ministério do Desenvolvimento Social ter anunciado a demissão do presidente do INSS, Francisco Lopes, O GLOBO obteve novos documentos que revelam a atuação de outros dois servidores do Órgão no processo que resultou no contrato do INSS com a RSX Informática no valor de R$ 8,8 milhões.
O negócio com a empresa foi formalizado em contrato assinado no dia 13 de abril deste ano. Dez dias depois, o diretor de Atendimento do INSS, Ilton Fernandes, e o gestor nomeado do contrato com a RSX, Ornon Vasconcelos, assinaram um documento no qual atestaram o suposto recebimento de quatro licenças de software da RSX e liberaram o pagamento de R$ 4,6 milhões à empresa. Técnicos do INSS, no entanto, confirmaram ontem que o documento foi redigido e o dinheiro liberado sem que nenhum produto tivesse sido entregue ao órgão.
Como a reportagem revelou na terça-feira (15), quando verificou o volume de recursos envolvidos no negócio e o tipo do programa de computador que seria comprado, a área técnica do INSS alertou o presidente para a falta de amparo técnico ao negócio, a possível inutilidade da compra para o órgão e o risco de desperdício de dinheiro público.
— O sistema foi adquirido sem prova de conceito, ou seja, sem mostrar tecnicamente qual ganho, de fato, o programa traria para o INSS. Qual vantagem da compra para o Instituto que justifique o gasto de R$ 8 milhões? — diz um servidor do INSS sob a condição do anonimato.
Alertado duas vezes para os problemas, o ex-presidente resolveu agir. Não como os técnicos esperavam. Em vez de ampliar os estudos técnicos e interromper o processo de contratação da RSX, Francisco, segundo técnicos do INSS, teria retirado poderes dos órgãos encarregados de avalizar a contratação e determinado pessoalmente, com a ajuda de um servidor de sua confiança, a assinatura do contrato.
Braço-direito de Lopes, o diretor de Atendimento do órgão, Ilton Fernandes, o mesmo que assinou a liberação do dinheiro à empresa, assinou memorando em fevereiro conferindo poderes a si próprio para deliberar sobre a “aquisição de solução de segurança integrada”, o produto que viria a ser comprado da RSX Informática dois meses depois. Segundo assessores da área técnica do INSS, o ato de Ilton foi determinante para que o presidente do INSS pudesse prosseguir com a contratação da RSX à revelia dos pareceres da área técnica.
— O presidente do INSS não só ignorou os pareceres técnicos, como nomeou alguém para viabilizar a contratação — diz outro servidor do INSS que pede sigilo ao seu nome, para não sofrer retaliações.
O GLOBO procurou ontem Ilton Fernandes e Ornon Vasconcelos para comentar seus despachos no processo de contratação da RSX, mas não obteve retorno. Em nota, a empresa negou que não tenha entregue as licenças ao INSS.

Temer amplia em R$ 52 milhões publicidade paga a consórcio de irmão do marqueteiro oficial
Três empresas vão receber R$ 260 milhões do Governo
POR JULIANA DAL PIVA
Quarta-feira, 16/05/2018 17:45/atualizado 16/05/2018 18:09
RIO — Dias antes de anunciar a intervenção federal no Rio, o Palácio do Planalto ampliou o contrato de publicidade mantido pela Secretaria de Comunicação (Secom) com as três empresas que fazem a publicidade estatal. Em agosto de 2017, a licitação vencida por PPR, Calia Y2 e Artplan tinha um total de R$ 208 milhões, mas a partir de fevereiro deste ano esse montante subiu para R$ 260 milhões. A Calia Y2 pertence a Gustavo Mouco, irmão do marqueteiro do presidente Michel Temer, Elsinho Mouco.
O aditivo dos contratos foi oficializado em 9 de fevereiro, a sexta-feira que antecedeu o Carnaval. O anúncio da intervenção federal ocorreu na sexta-feira da semana seguinte. Naquele período, o Governo ainda avaliava colocar ou não em votação o projeto de Reforma da Previdência, que acabou suspenso já que não é possível votar emenda constitucional com o decreto de intervenção em vigor.
Pouco tempo depois do aumento dos contratos e do anúncio, o Governo lançou propagandas em vídeo justamente sobre a atuação na Segurança Pública do Rio. No Youtube do Governo Federal, é possível ver a postagem “A intervenção federal vai levar segurança ao Rio de Janeiro” no dia 16 de março. Antes disso, fez uma série de postagens em vídeos sobre a Reforma da Previdência, no dia 7 de fevereiro. Ambos também foram veículos na televisão, em rede nacional.
POSSIBILIDADE DE DISPUTAR REELEIÇÃO
O aumento nos contratos de publicidade também coincidiu com o período em que integrantes do PMDB começaram a discutir a possibilidade do presidente Michel Temer disputar a reeleição. Em 23 de março, o próprio Temer afirmou à revista IstoÉ que “seria uma covardia não ser candidato.”
Procurada, a Secom não explicou as razões específicas que levaram o Governo a ampliar o contrato. A secretaria disse apenas que “nos termos do artigo 65, §1º, da Lei nº 8.666/1993, o valor contratual pode ser acrescido de até 25% caso seja de interesse da Administração Pública”. Segundo o Governo, “a previsão inicialmente estimada teve que ser revista em virtude de novas demandas por ações de comunicação existentes na Secretaria Especial de Comunicação Social”.

Sobre a ampliação ter ocorrido apenas em fevereiro, a Secom disse que os contratos foram ampliados naquela data porque o seu prazo é de 12 meses, contados a partir da data de assinatura. “No caso em questão, 18/08/2017. Portanto, o aditivo só pode ocorrer dentro da vigência contratual, e com prazo suficiente para execução do seu objeto. Lembrando que entre a decisão da Administração e a efetiva materialização dos aditivos contratuais são cumpridos os ritos processuais pertinentes”, afirmou a Secom, em nota, ao dizer que a ampliação poderia ter ocorrido em outro mês.

NO BLOG DO BERNARDO MELLO FRANCO
O rombo e os roubos na Previdência
POR BERNARDO MELLO FRANCO
Quinta-feira, 17/05/2018 06:00
Procuradores, contadores, advogados e até um juiz. Havia de tudo na famosa quadrilha que saqueou a Previdência nos anos 80 e 90. O bando inflava indenizações e usava nomes de pessoas mortas para desviar dinheiro do INSS. O prejuízo foi estimado em US$ 600 milhões — uma cifra superior a R$ 2,2 bilhões em valores atuais.
O escândalo teve direito a uma fuga cinematográfica. A fraudadora Jorgina de Freitas usou um jatinho para escapar da Polícia e se esconder no exterior. Ela chegou a mudar a fisionomia com uma série de cirurgias plásticas. Depois de cinco anos foragida, foi localizada na Costa Rica e extraditada para o Brasil.
Jorgina perdeu a liberdade, as joias e os 60 imóveis que comprou com o dinheiro desviado. Mesmo assim, fez escola. Depois de sua derrocada, outras quadrilhas se organizaram para aplicar golpes e roubar os aposentados.
Na segunda-feira, o Ministério Público Federal denunciou 16 pessoas acusadas de pilhar a Previdência desde 2004. O esquema era parecido com o do século passado: também se baseava no uso de “fantasmas” para liberar benefícios indevidos. Entre as diferenças, estava o uso de telefones celulares, que não estavam ao alcance do bando de Jorgina.
Um dia depois de a Procuradoria denunciar os 16, os repórteres Patrik Camporez e Robson Bonin revelaram outra história suspeita no INSS. A autarquia ignorou um parecer técnico para contratar, por R$ 8,8 milhões, uma empresa com apenas dois funcionários. Até a semana passada, a sede da firma era usada como depósito de bebidas. Depois da visita do O GLOBO, foi reformada às pressas para ganhar a aparência de um escritório.
A maquiagem não foi capaz de abafar o escândalo. Ontem, o Governo anunciou a demissão do presidente do INSS, Francisco Lopes. Ele foi o responsável pelo contrato com a RSX Informática.
O caso veio à tona no momento em que o Planalto tenta ressuscitar o debate sobre a Reforma da Previdência. O assunto é importante, mas quem não combate o roubo não deveria pedir sacrifícios para tapar o rombo. A gestão de Michel Temer entregou o comando do INSS ao PSC, o partido do Pastor Everaldo e do deputado André Moura.



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