Pular para o conteúdo principal

SEGUNDA EDIÇÃO DE 08-3-2016 DO 'DA MÍDIA SEM MORDAÇA'

NO DIÁRIO DO PODER
LAVA JATO
PRIMEIRA CONDENAÇÃO DE MARCELO ODEBRECHT CHEGA A 19 ANOS E 4 MESES
TAMBÉM SÃO CONDENADOS EXECUTIVOS E EX-DIRETORES DA PETROBRAS
Publicado: 08 de março de 2016 às 11:58 - Atualizado às 15:22
O ex-presidente da construtora Odebrecht, Marcelo Odebrecht, deve se preparar para longos anos de prisão, caso não prospere a negociação de delação premiada na Operação Lava Jato. Nesta terça-feira (8), ele foi condenado pelo juiz federal Sérgio Moro a 19 anos e quatro meses de prisão por crimes cometidos na gatunagem contra a Petrobras.
Marcelo Odebrecht foi condenado por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa. É sua primeira sentença. Também foram condenados no mesmo processo, além do doleiro Alberto Youssef, os executivos Márcio Faria da Silva, Rogério Santos de Araújo, Cesar Ramos Rocha e Alexandrino de Salles Ramos de Alencar.
Os ex-diretores da Petrobras Renato Duque, Pedro José Barusco Filho e Paulo Roberto Costa também foram condenados na mesma ação penal. Marcelo e outros executivos da empresa foram presos em junho de 2015 em meio à 14ª fase da Lava Jato.
Segundo a sentença do juiz Sérgio Moro, entre junho de 2007 e agosto de 20111 a Odebrecht repassou US$ 14.386.890,04 e 1.925.100,00 francos suíços aos representantes da Petrobras no esquema de corrupção.
Condenados da Odebrecht
Marcelo Odebrecht - lavagem de dinheiro, associação criminosa e corrupção: 19 anos e quatro meses de prisão, inicialmente, em regime fechado.
Marcio Faria da Silva - lavagem de dinheiro, associação criminosa e corrupção: 19 anos e quatro meses de prisão, inicialmente, em regime fechado.
Rogério Santos de Araújo - lavagem de dinheiro, associação criminosa e corrupção: 19 anos e quatro meses de prisão, incialmente, em regime fechado.
Cesar Ramos Rocha - associação criminosa e corrupção: nove anos e 10 meses, inicialmente, em regime fechado
Alexandrino de Salles Ramos de Alencar - lavagem de dinheiro e corrupção: 15 anos, sete meses de prisão, inicialmente, em regime fechado.

"ARRANJOS ILÍCITOS"
OAS PAGOU POR PALESTRA DE LULA ANTES DE CONTRATO, DIZ LAVA JATO
FORÇA-TAREFA APONTA SUPOSTOS "ARRANJOS ILÍCITOS" EM PALESTRAS DO PETISTA
Publicado: 08 de março de 2016 às 12:11
A troca de e-mails entre um executivo da empreiteira OAS e um dos diretores do Instituto Lula, Paulo Cangussu André, indicam um pagamento por palestra realizada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Chile, em 2013, antes da formalização do contrato. Responsável pelo repasse de R$ 3,9 milhões para o instituto e para a LILS Palestras, Eventos e Publicações, a empreiteira acusada de corrupção na Petrobrás é suspeita de ter ocultado propina nos pagamentos feitos ao ex-presidente entre 2011 e 2014.
Documentos da Operação Aletheia – 24ª fase da Lava Jato – que levou Lula coercitivamente para depor, na sexta-feira, 4, registram a troca de e-mail entre Paulo André, do Instituto Lula, e Dante Fernandes, da OAS, no dia 7 de janeiro de 2014.
“Na mensagem é possível identificar que o pagamento de uma suposta palestra foi realizado antes da formalização do respectivo contrato”, informa a força-tarefa da Operação Lava Jato. O dado faz parte do Relatório de Análise de Polícia Judiciária nº 477. “Esse e outros indícios de ilicitude apontados na exordial permitem concluir que os endereços eletrônicos vinculados ao instituto (Lula) podem ter sido utilizados para eventuais arranjos ilícitos envolvendo a contratação de palestras do ex-presidente da República.”
O contrato da palestra foi anexado pelos dois investigados. Redigido em Português, a OAS contrata a LILS Palestras, eventos e publicação. A data é de 1º de novembro de 2013. “Seu objeto é a prestação de serviços na condição de palestrante por Luiz Inácio Lula da Silva, na data de 27/11/2013, na cidade de Santiago do Chile/Chile, pela remuneração de R$ 501.438,37, valor correspondente a US$ 200.000,00, conforme câmbio do mercado paralelo na época do contrato”, registra o MPF. “Não há detalhamento, na minuta do contrato, acerca da palestra a ser proferida.”
Para a força-tarefa, chama atenção o fato de “embora o documento encontre-se datado de 1º de novembro de 2013, foram identificadas trocas de mensagens de e-mail, em 01/2014, entre os executivos da OAS, Marcos Paulo Ramalho, Dante Fernandes e Renato Stakus, acerca da minuta do contrato”.
No diálogo, consta informação de que o pagamento do valor acordado já havia sido formalizado, conforme nota fiscal no 82, encaminhada, via e-mail, por Paulo Andre, do Instituto Lula, para Marcos Paulo Ramalho, da OAS, em 2 de dezembro de 2013.
A análise da minuta anexada ao e-mail indicou que o arquivo fora criado em 7 de janeiro de 2014, portanto em momento posterior à suposta realização da palestra, datada de 27 de novembro de 2013.
Suspeita 
A Lava Jato suspeita que as palestras pagas ao ex-presidente, a partir de 2011, via empresa LILS e os valores doados ao Instituto Lula possam ter ocultado propina desviada da Petrobrás. As cinco maiores doadores do Instituto e as cinco maiores pagadoras da LILS são empreiteiras do cartel acusado de corrupção na Petrobrás.
O MPF realizou a oitiva de quatro executivos do alto escalão do Grupo OAS. “Nessas oitivas, Ricardo Marques Imbassahy, diretor financeiro da OAS Empreendimentos entre 2011 e 2014, Carmine de Siervi Neto, diretor Superintendente da OAS Empreendimentos entre 2006 e 2013, e Fabio Hori Yonamime, presidente da OAS Empreendimentos no ano de 2014, afirmaram que não se recordam de ter sido noticiada palestra do ex-Presidente Lula dentro da OAS ou custeada pela mesma no período em que estiveram no Grupo OAS”.
Para a força-tarefa da Lava Jato, embora sejam as palestras realizadas no exterior, “era de se esperar que citados eventos fossem noticiados dentro do Grupo OAS, especialmente a seus altos executivos”.
“A partir de tais depoimentos, reforça-se a hipótese de que a L.I.L.S. Palestras, Eventos e Publicações LTDA. possa ter sido usada para dissimular o recebimento de vantagens indevidas, utilizando-se de tais documentos tão somente para justificar os recebimento de valores a partir do Grupo OAS.”
Documentos 
Apesar dos executivos desconhecerem palestras, análise do material apreendido na sede da empresa OAS “revelou a existência de diversas minutas de contratos celebrados com a LILS Palestras, cujos objetos correspondem a prestação de serviços de palestrante por Lula, sócio da empresa contratada”.
Para a Lava Jato, “a falta de profissionalização dos serviços supostamente prestados pela LILS Palestras resta consubstanciada pelo fato de que funcionários do Instituto Lula apresentam-se como responsáveis pelo contato com a empresa contratante, cuidando de detalhes acerca da contratação e dos recebimentos de valores”. (AE)

NO BLOG DO REINALDO AZEVEDO
Gilmar Mendes lembra o óbvio: jurisprudência do STF proíbe a nomeação do atual ministro da Justiça
Fala o ministro: “Nós conhecemos a jurisprudência [entendimento] do Supremo a propósito do assunto em relação a secretários de estados. O tribunal tem posição bastante clara dizendo que não pode haver esse tipo de exercício de cargo ou função. Se decidir manter a jurisprudência, me parece, que não é dado a membro do MP ocupar funções do Executivo"
Por: Reinaldo Azevedo 08/03/2016 às 15:55
Um Ministro do Supremo encarregado de conceder ou não uma liminar pode abrir mão de fazê-lo monocraticamente e submeter a decisão ao plenário. É o que decidiu fazer Gilmar Mendes, relator da ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) movida pelo PPS que argumenta que o Artigo 128 da Constituição proíbe que membro do Ministério Público ocupe cargo no Executivo. Logo, a nomeação de Wellington César Lima e Silva para o Ministério da Justiça é inconstitucional.
E é. Não há outra leitura possível do que vai na Constituição. Essa é uma disposição da Constituição de 1988. Em nome de direitos adquiridos, tolera-se a prática para aqueles que ingressaram no MP antes dessa data. Wellington César passou a integrar a carreira em 1991. Logo, Dilma o nomeou para o ministério e cometeu uma inconstitucionalidade.
Gilmar Mendes lembrou o óbvio:
“Nós conhecemos a jurisprudência [entendimento] do Supremo a propósito do assunto em relação a secretários de estados. O Tribunal tem posição bastante clara dizendo que não pode haver esse tipo de exercício de cargo ou função. Se decidir manter a jurisprudência, me parece, que não é dado a membro do MP ocupar funções do executivo”, afirmou o ministro.
Os ministros do Supremo lembram o óbvio, que já observei aqui: o fato de Wellington César ter renunciado à Vice-Procuradoria-Geral do Estado não resolve a questão. Se ele quer ser ministro, tem de se desligar de vez do Ministério Público Estadual da Bahia.
Nesta segunda, 07, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região cassou liminar que sustava o decreto de nomeação assinado por Dilma, mas deixou claro que não se tratava de juízo de mérito: só o fez porque a questão já está no Supremo, que dará a palavra final.

NO BLOG DO JOSIAS
Josias de Souza - 08/03/2016 12:50
O ex-senador Luiz Estevão foi preso. Alvíssaras! Híbrido de empresário e político, Estevão é um condenado de outro tempo. Um tempo em que o cacique Antonio Carlos Magalhães mandava no Congresso, Luís Inácio ainda era o Lula e o acarajé não passava de uma iguaria da culinária baiana.
Nessa época, nenhuma revelação, por mais bombástica que fosse, conseguia abalar o prestígio de uma eminência empresarial brasileira. Mesmo depois de desmascarados, julgados e condenados, continuavam frequentando as colunas sociais, certos de que nada afetaria seu prestígio.
Hoje, é diferente. No Brasil que emerge das páginas dos inquéritos da Lava Jato, Marcelo Odebrecht, príncipe da plutocracia nacional, tornou-se uma espécie de anti-Estevão. Preso antes de ser sentenciado, já recorreu a todas as instâncias do Judiciário, do TRF ao STF. E nada.
Contrariando os conselhos do patriarca Emílio Odebrecht, Marcelo recusou-se a fazer o papel de delator. Quis o destino que, nesta terça, mesmo dia em que Estevão foi trancafiado em Brasília, viesse à luz a sentença de Moro para o herdeiro da maior construtora da América Latina: 19 anos e 4 meses de cadeia. Marcelo recorrerá ao TRF. Deve perder. Continuará preso. Há outros processos. Virão novas condenações. Os fatos como que intimam Odebrecht a virar um delator.
Estevão entregou-se à polícia com pelo menos dez anos de atraso. Protagonista do caso dos desvios da obra do TRT de São Paulo, um escândalo da década de 90, o personagem coleciona condenações. Numa das sentenças, a mais salgada, arrostara 31 anos de cana.
Em 2006, já lá se vão dez anos, a decisão foi confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 3.ª Região. Mas Estevão continuava livre. Ninguém tinha a menor dúvida quanto às suas culpas. Mas ele protelava o castigo por meio de 34 recursos impetrados em tribunais superiores. Um acinte.
Estevão foi recolhido ao cárcere graças a uma histórica e singela decisão do Supremo Tribunal Federal. Ficou estabelecido que as sentenças devem ser executadas a partir do momento em que forem confirmadas pela segunda instância do Judiciário. O sujeito pode continuar recorrendo. Mas os recursos não têm mais o famigerado “efeito suspensivo”.
Esse Brasil em que Estevão foi reduzido à condição de presidiário é outro país. O cacique ACM morreu sem poder. Renan Calheiros e Eduardo Cunha, seus similares, viraram condenações esperando para acontecer. Luiz Inácio, hoje um ex-presidente multi-investigado, já não é o mesmo Lula. Tem amigos demais e explicações de menos.
Como se fosse pouco, o acarajé — sinal dos novos tempos!— tornou-se a unidade monetária dos pagamentos clandestinos feitos pela Odebrecht para João Santana, o marqueteiro das campanhas presidenciais do PT.
Também nesta terça-feira, ganhou o noticiário a informação de que Maria Lúcia Tavares negocia com a força-tarefa da Lava Jato os termos de sua delação premiada. Não será uma delação qualquer. Maria Lúcia é a secretária da Odebrecht que zelava pela contabilidade dos “acarajé$” lançados na rubrica “feira”, apelido atribuído a João Santana e sua mulher Mônica Moura na escrituração paralela da construtora.
A decisão do STF que encurtou a execução das penas ajuda a explicar o boom das delações que tornaram o Brasil de Marcelo Odebrecht tão diferente do país de Luiz Estevão. Os encrencados mais graúdos da Lava Jato apressam-se em colaborar com a Justiça, para reduzir suas penas.
Delcído Amaral atirou para cima. Acertou em Dilma Rousseff e Lula. Os executivos da Andrade Gutierrez já moveram os lábios. Leo Pinheiro, mandachuva da OAS e provedor de inusitadas despesas de Lula, também afia a língua. A República treme só de pensar no que está por vir. Aquele Brasil em que nenhuma mutreta justificava a incivilidade de uma reprimenda pública não existe mais.

NO BLOG ALERTA TOTAL
Terça-feira, 8 de março de 2016
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
O "Estado Capimunista Autista" (ECA) do Brasil nunca teve suas falhas estruturais tão questionadas quanto agora. Domingo que vem, dia 13, a massa volta às ruas para protestar. A maioria baterá em Lula, Dilma e no desgoverno, exigindo mudanças. Uma minoria cínica, messiânica, vai defender o indefensável: o Presidentro e a Presidenta. Confrontos podem ocorrer. Mas devem ser pontuais. Como de costume, as Forças Armadas estão de olho...
Lula, Dilma e a petelândia querem apenas ganhar tempo. Embora tenham avançado muito, ao longo de três décadas passadas, em seu processo de geração das pré-condições psicossociais para o projeto revolucionário de tomada no poder, as condições políticas, econômicas e culturais do Brasil dificultam os planos de implantação de um bolivarianismo radical, nos moldes desejados pelo Foro de São Paulo. Aqui, a corrupção, o rentismo e o espírito carnavalesco conseguem se organizar. Todo o resto tem extrema dificuldade orgânica. Por isso, qualquer mudança é lenta, aquém do desejável e do necessário.
1964, com tomada direta do poder pelos militares, dificilmente vai se repetir. Não porque os Generais não queiram. Mas sim porque a modelagem da Intervenção Constitucional tem de ser essencialmente cívica - e não na mera base golpista sobre a cúpula estatal. Mudanças efetivas só vão se acelerar se os segmentos esclarecidos e organizados da sociedade (cidadãos-eleitores-contribuintes) conseguirem forçar, na base da pressão, a criação de mecanismos de controle de vários mecanismos da máquina estatal pela sociedade. Enquanto tal tendência não se intensificar, as grandes mudanças não ocorrerão ou demorarão mais tempo para ocorrer.
A ação de ordem tem de se basear em pressão legítima da cidadania organizada. Isto o desgoverno do crime organizado não suporta. Mera gritaria nas ruas, no ritmo de um catártico desfile carnavalesco, pode não tirar Dilma do poder ou acelerar a ação judicial contra Lula. No entanto, servirá para assustar a desqualificada classe política - em um País que tem um Congresso com mais de 200 parlamentares formalmente incriminados, porém sem punição exemplar, no tempo certo, justo e perfeito.
Pressão, muita pressão, tem de aumentar para tirar o Brasil da Era da Esperteza - que facilita a governança organizada do crime, que vai reagir com retórica mentirosa e com a exacerbação da violência urbana, para gerar medo e tentar inibir a ação dos cidadãos honestos. Por enquanto, a hegemonia estrutural é da bandidagem. Virar este jogo é o maior desafio dos brasileiros. A batalha não será fácil. Por enquanto, estamos perdendo de 7 a 1... 
Dente arreganhado

Todos na rua

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Notícias em Destaque

Brasil tem menor média de casos de covid do ano(Ler mais)   Mourão nega renúncia e diz que segue no governo ‘até o fim’ Relação entre o vice e Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a ser alvo de especulações após o presidente dizer que o general ‘por vezes atrapalha(Ler mais) A economia a gente vê depois: Governadores e Prefeitos ainda não se pronunciaram em como vão ajudar a população: “o depois chegou, e agora?”(Ler mais) Com ódio: Governo Doria multa o presidente Bolsonaro e sua comitiva: “pode chegar a 290 mil reais”(Ler mais) Ministros do STF querem resposta imediata de Luiz Fux sobre declarações do presidente alegando fraude nas urnas eletrônicas(Ler mais) Renan Calheiros e Humberto Costa querem sigilos bancários de Jornalismo independente “disseminadores de fake”(Ler mais) Justiça prorroga prisão de autor do vandalismo em estátua de Borba Gato(Ler mais)

Notícias em Destaque

  Barroso e seus aliados do Eixo do Mal serão derrotados. Saiba por que razão. (Ler mais) Casa Branca reitera importância de parceria com o Brasil Declaração ocorre após a visita do conselheiro de Segurança Nacional do país, Jake Sullivan, a Brasília (Ler mais) Bolsonaro sanciona projeto que possibilita transformar clubes de futebol em empresa Texto vai permitir às instituições efetuar o pagamento das obrigações a seus credores por meio de recuperação judicial ou extrajudicial (Ler mais) Por que Bolsonaro insiste em bater em Barroso? (Ler mais) Aras “joga água no chopp” de Barroso (Ler mais) Roberto Jefferson revela escândalo milionário da Globo com verbas públicas federais (veja o vídeo) (Ler mais) Repórter da Folha, autora de matéria sobre disparos de WhatsApp, é derrotada na justiça por Allan dos Santos (Ler mais) TRF-2 irá julgar pedido para revogar prisão preventiva de Cabral na Lava-Jato (Ler mais)