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AS RESTRIÇÕES ALIMENTARES DA MARINA


Eita! Eu e Marina Silva temos ao menos uma coisa em comum, além da torcida para que Dilma perca a eleição — ainda que divirjamos sobre a melhor saída para o país: ambos somos alérgicos a gergelim. A sua lista de restrições é bem maior do que a minha, que inclui, além da sementinha maldita, apenas berinjela e pimenta verde. A dela é imensa, conforme registra a Folha:
(…)
Se, no passado, dividiu um ovo com os irmãos, hoje Marina já não pode comer nem clara nem gema.
Não bebe leite nem iogurte. Não come queijo, manteiga, doce de leite ou qualquer outro laticínio. Camarão, frutos do mar, carne de vaca, carne de porco, soja e derivados também estão excluídos de sua dieta. Nem mesmo gergelim é permitido.
O que sobra: peixe de rio, frango, feijão, arroz integral, alface (desde que sem tempero), mandioca, milho (sem ser de lata) e frutas.
Os alimentos só podem ser cozidos com água e sal.
Nada disso é por convicção natureba. Marina foi aprendendo a evitar muitos alimentos por ter graves alergias.
Em um compromisso de campanha, passava com aliados perto de uma barraquinha de venda de camarão quando o cheiro do crustáceo fechou sua glote. A candidata teve de abandonar imediatamente o local.
Essa, aliás, era uma semelhança que ela dividia com Eduardo Campos. Também alérgico, o pernambucano teve uma séria intoxicação após ingerir camarão.
Outra ocasião de campanha e outro mercado deram à candidata a oportunidade para uma “desforra” alimentar. Numa banca que vendia bijus, assessores a abasteceram de uma quantidade que foi devorada em velocidade assustadora.
Feito sem manteiga, o biscoito leva açúcar suficiente para suprir, se consumido em abundância, necessidades calóricas de emergência.
Retomo
O gergelim virou, como sabem, uma praga. Acrescenta-se essa coisa horrorosa a tudo quanto é prato. E o pior é o gergelim que a gente não vê: o óleo.
Caso Marina seja eleita, conto com ela para a minha cruzada: que as embalagens passem a especificar a presença de óleo de gergelim nos alimentos. Pode ser uma questão de vida ou morte.

Do Blog do Reinaldo Azevedo de 18-9-2014.

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