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A DEMAGOGIA DAS DEMARCAÇÕES INDÍGENAS


Um importante artigo foi publicado hoje no GLOBO, de autoria de Antonio Alvarenga. Toca na questão das demarcações indígenas, verdadeira farra que beneficia um grupo seleto e organizado em detrimento dos brasileiros. Querem criar duas nações distintas no Brasil? Seguem os principais trechos:
Em 1988, antes de ser promulgada a atual Constituição, o Brasil possuía 58 territórios indígenas, com uma área total de 15,9 milhões de hectares. Hoje temos 55 territórios indígenas, totalizando uma área de 120,9 milhões de hectares. Ainda em 1988, possuíamos 248 Unidades de Conservação Ambiental. Hoje são 1.074, totalizando 119,5 milhões de hectares. As áreas indígenas e de conservação já somam 240,5 milhões de hectares, ou seja, aproximadamente 28,2% do território nacional.
Para se ter uma ideia da dimensão das terras indígenas e de conservação, toda nossa agricultura abrange pouco mais de 39% do território nacional. Sim, essa é a área ocupada pelo setor que está exportando 100 bilhões de dólares por ano, que alimenta 200 milhões de brasileiros e responde por cerca de 25% do PIB e 30% dos empregos.
[...]
Vamos dar um basta às persistentes invasões de terras produtivas, promovidas por grupos indígenas estimulados por pessoas e ONGs que representam o atraso e causam sérios problemas de instabilidade jurídica e social no campo.
Há muita demagogia e, em alguns casos, má-fé no trato das questões indígenas e ambientais no Brasil. São temas que sensibilizam uma significativa parcela da população urbana desinformada ou ingênua, que anda desencantada com as mazelas políticas e econômicas do país. Nesse contexto, estimulados por uma guerrilha de informações distorcidas, com forte viés ideológico, os índios e o meio ambiente são utilizados como instrumentos de protesto.
Temos 500 mil indígenas que dispõem de 14,2% do território nacional. Ao mesmo tempo, vemos milhares de brasileiros sem teto, vivendo em condições de extrema pobreza nas periferias das grandes cidades. Isso é justo?
Os 200 milhões de cidadãos brasileiros necessitam de uma nação em desenvolvimento acelerado, que lhes proporcione melhores perspectivas de vida. Queremos ser um país ocupado por territórios improdutivos de índios e áreas de conservação? Ou pretendemos ser uma nação desenvolvida, que proporciona aos seus milhões de cidadãos um futuro promissor e qualidade de vida compatível com os países mais desenvolvidos do planeta?
A Funai volta e meia se mete em escândalos de corrupção. Os índios, ao contrário dos mitos, não preservam o meio ambiente. Eram os primeiros a realizar queimadas. Há algumas tribos que ainda praticam infanticídio quando o bebê apresenta problemas. Outras são totalmente aculturadas, usam as mesmas roupas que nós, possuem televisão e assistem aos mesmos programas.
Até quando a elite culpada da esquerda caviar vai tentar expiar seus “pecados” segregando o Brasil em dois? Assim como cotas raciais, os privilégios indígenas beneficiam a elite do grupo à custa dos brasileiros pobres. O mito do homem branco malvado encontra eco em oportunistas de plantão, mas que culpa tem um branco humilde da favela ou da classe média, ou mesmo da classe alta, pelo que aconteceu há séculos? Como que essas terras vão melhorar ou resolver isso?
Eu prefiro viver em um país com brasileiros, sob o mesmo império das leis, sejam brancos, negros ou índios, sejam ricos ou pobres, sejam altos ou baixos, sejam gordos ou magros, sejam homens ou mulheres, sejam gays ou heterossexuais, sejam ateus ou crentes. Chama-se isonomia das leis, a única igualdade que presta. A que os liberais defendem, ao contrário dos esquerdistas que enxergam apenas grupos coletivos, e ignoram sempre a menor minoria de todas: o indivíduo!

Da Coluna do Rodrigo Constantino de 16-11-2013.

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